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ABES-SP na Fenasan: mesa redonda aborda a importância da gestão de projetos nos resultados dos empreendimentos PDF Imprimir E-mail
Sex, 07 de Agosto de 2015 08:41

A ABES-SP participou, nesta quinta-feira, dia 6, da mesa redonda que abordou a importância da gestão de projetos nos resultados dos empreendimentos.

O presidente da ABES-SP, Alceu Guérios Bittencourt,que também é vice-presidente de Ética e de Proteção à Consultoria do Sinaenco – Sindicato da Arquitetura e da Engenharia, discorreu sobre o tema ao lado de Luiz Roberto Gravina Pladevall, diretor da ABES-SP e presidente da Apecs - Associação Paulista de Empresas Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente (APECS) e de Silvio Leifert, da Sabesp.

debate fenasan alceu e pladevall

Alceu ressaltou a complexidade de fazer a implantação de uma estrutura numa área tão dinâmica quanto a urbana. “Sabemos que os problemas que estamos discutindo aqui são comuns a todos os empreendimentos de infraestrutura do serviço público no país. Tudo o que se conversa aqui é aplicado a diversas áreas de infraestrutura. Mas acredito que o setor de abastecimento de água, esgotamento sanitário - e podemos incluir a drenagem urbana nisso – é o setor mais complexo de toda a infraestrutura. Apesar de não ser o mais sofisticado tecnologicamente, é o mais difícil, com sistema linear, baseado em transporte de água, fisicamente, quase todo subterrâneo, muito difícil. E ele padece de um problema sério de escala.”

Em sua explanação, Alceu pontuou que os grandes sistemas unificados são empreendidos em nível federal, estadual e mesmo em nível municipal, em uma escala muito maior, mais centralizada. E as soluções de engenharia, as soluções de projetos de gestão de empreendimentos acabam se desenvolvendo num ambiente mais favorável. No caso do saneamento, explica, o problema de escala é muito sério. São sistemas que em alguns casos são concentrados, como é o caso das companhias estaduais de saneamento, mas na sua essência são sistemas municipais que desenvolvidos em soluções divididas em inúmeros empreendimentos de pequeno, de médio porte e, em alguns casos, de porte maior. “Este é o grande problema que o país tem hoje. Mesmo quando tivemos mais recursos disponíveis, houve muita dificuldade em realizar empreendimentos de qualidade, e isso se soma à dificuldade de gerir o sistema, fazer operação e manutenção adequada e gestão eficiente e viável economicamente. É um conjunto de questões que torna o nosso setor o mais complexo de todos”, concluiu.

O presidente da ABES-SP finalizou ressaltando que, para o setor superar esses gargalos, são necessárias soluções sistematizadas, de padrões de soluções de projetos, de editais de contratação, de termos de referência e de gestão. “E isso só pode ser desenvolvimento num ambiente que propicia essa escala. Eu acredito que a experiência que é o foco da nossa discussão hoje, que é o esforço da Sabesp com seus fornecedores, com as entidades que agregam esses fornecedores e outras entidades do setor, esse esforço de desenvolvimento de instrumentos, é essencial, é o caminho para melhorar não apenas a prestação de serviços no ambiente da Sabesp, mas pode ser uma fonte de instrumentos aplicáveis em outros ambientes. Eu acho que é o que precisamos em nível nacional.”

Luiz Roberto Gravina Pladevall apresentou à plateia um panorama sobre o grupo de melhoria de qualidade, criado para analisar e aperfeiçoar as relações entre a Sabesp e as empresas fornecedoras, a partir de pesquisas realizadas para detectar gargalos relativos a essa questão. Foram três anos de trabalho, com participação da APECS e do Sinaenco, para a geração de dois produtos: o orientador do termo de referência e o plano de gestão das empresas. “A importância desse trabalho para o setor é enorme, os termos de referência melhoraram muito  e a tendência é melhorar mais. Ainda há muito o que se fazer, há alguns setores de empreendimentos que ainda não estão usando totalmente o termo de referência e as diretrizes, mas sabemos que é um processo evolutivo”, afirmou.

Pladevall ressaltou ainda a necessidade de uma previsibilidade de investimentos para a manutenção das equipes do setor de consultoria e, consequentemente, a melhoria da qualidade dos serviços. “Com a crise, a situação para as fornecedoras, em geral, ficou muito complicada. As empresas vêm, ao longo dos últimos 10 anos, investindo em participação, investindo em melhorias, através de software e desenvolvimento de novos produtos, e para isso é necessário, no mínimo, uma previsibilidade de investimentos. Hoje as empresas estão sofrendo, parte do investimento que foi feito em qualificação de mão de obra está sendo perdida. É um desafio, não basta a gente olhar só para o final da qualidade, mas como a gente atinge essa qualidade? E esse é o trabalho que a gente vem fazendo ao longo desses últimos anos.”

 

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