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Home Notícias Notícias ABES Com debate sobre crise hídrica em auditório lotado, ABES-SP encerra participação na Fenasan 2015
Com debate sobre crise hídrica em auditório lotado, ABES-SP encerra participação na Fenasan 2015 PDF Imprimir E-mail
Sex, 07 de Agosto de 2015 15:44

A ABES-SP promoveu, nesta quinta-feira, dia 6, último dia do 26º Encontro Técnico da AESabesp – Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, que ocorreu durante a 26ª Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan), o ciclo de palestras de sua Câmara Técnica de Recursos Hídricos (CTRH) sobre a crise hídrica. As palestras foram ministradas pelo presidente da ABES-SP, Alceu Guérios Bittencourt, e pelo vice-presidente da entidade, Marcio Gonçalves de Oliveira. O evento, que lotou a Sala Santana 2, no Expo Center Norte, foi mediado pelo engenheiro e coordenador da Câmara, Luis Eduardo Grisotto.

Na palestra “Balanço da crise hídrica em São Paulo e os novos cenários para o planejamento e a gestão das águas”, Alceu Guérios Bittencourt ressaltou, entre outros pontos, os efeitos da seca para o setor de saneamento. “Chamamos atenção mais uma vez para a gestão efetivamente integrada. Significa que os operadores de serviço, que já têm toda uma relação com a gestão de recursos hídricos, terão que aprofundar isso.”

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Alceu também comentou o fato da água estar mais cara e a mudança do padrão de uso. Essa mudança – em decorrência da crise hídrica - é de longo prazo e traz um problema que é dramático para todos os operadores. “Nossa estrutura tarifária é uma estrutura fortemente progressiva e à medida que muitos consumidores reduzem muito o seu consumo individual- e já tínhamos um outro fenômeno da redução da unidade familiar, que cada vez tem menos pessoas, ou seja, consome menos. Isso já é uma tendência de longo prazo que vem afetando as condições econômicas do setor. Mas agora nós tivemos uma forte redução de consumo na maioria das economias, o que significa que muitas das contas de água caem para faixas de subsídios. Então há muitos consumidores sendo subsidiados, que não precisam de subsídios, e isso causa um desequilíbrio econômico na prestação dos serviços.”

Em outro momento do debate sobre intervenções combinadas no uso da água, o presidente da ABES-SP salientou que o Brasil inteiro – exceto o semiárido nordestino – dispõe de fontes de águas superficiais. “Não temos como não usar essas fontes - com responsabilidade -, combinando com outras medidas. O que se puder obter de redução, de uso de novas fontes por reúso, por uso racional, por redução de consumo desnecessário, evidentemente tem de ser feito. credito que o cenário daqui para frente é de combinação de ações, como já está acontecendo”, afirmou. “Nossa situação aqui é realmente de intervenções combinadas. Nós precisamos fazer uso racional da água, consumo consciente, melhorar programas de redução de perdas. Vivemos numa região em que a água é escassa. A posição da ABES-SP e da ABES nacional é de discutir e estimular estas questões.”

Um dos pontos levantados por Marcio Gonçalves de Oliveira em sua apresentação intitulada “Gestão Operacional em Tempos de Crise Hídrica”, foram os planos de transferências de bacias como forma de minimizar os efeitos da crise. Segundo o engenheiro, nesses casos “sempre entram redução de perdas, aproveitamento de outros recursos, gestão integrada e como fazer essa gestão integrada em vários usos e a redução do consumo humano - mudar o comportamento de uso de água, principalmente onde esta é pouca e tem que ser transferida de outro sistema”, explicou, citando o Cantareira, que por meio de transferências de bacias atendeu a uma demanda de 4 milhões de pessoas. Márcio lembrou ainda que o brasileiro foi ensinado a pensar que o país tem água em abundância, o que gera alguns conflitos. “As pessoas têm que começar a se reeducar. Não tem sentido lavar o carro toda semana. É preciso repensar os hábitos de consumo de água.”

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Tema será levado ao 28º CBESA

A discussão realizada na Fenasan 2015, segundo Alceu, será transformada em uma sequencia de painéis que serão apresentados durante o 28º Congresso de Engenharia Sanitária e Ambiental da ABES, que ocorrerá entre os dias 4 e 8 de outubro no Rio de Janeiro. “A ABES-SP está dando uma contribuição central para o Congresso. Essa série de painéis sobre a crise hídrica vai ocupar a sala principal do primeiro ao último dia.”

Para saber mais sobre o Congresso, acesse http://abes-dn.org.br/28cbesa/index.php

 

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