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Home Notícias Notícias ABES 29º Encontro AESabesp – Fenasan 2018: atividade do JPS, em parceria com aQuamec, e discussão sobre lodo de esgotos encerram participação da ABES no evento
29º Encontro AESabesp – Fenasan 2018: atividade do JPS, em parceria com aQuamec, e discussão sobre lodo de esgotos encerram participação da ABES no evento PDF Imprimir E-mail
Sex, 21 de Setembro de 2018 09:13

A ABES encerrou sua participação no 29º Encontro Técnico da Associação dos Engenheiros da Sabesp – Fenasan 2018, que aconteceu de 18 a 20 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, com debates sobre lodo de esgotos.

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Uma das apresentações foi realizada pela aQuamec (associada da ABES), em parceria com o programa Jovens Profissionais – JPS da entidade. Voltada para jovens profissionais do setor de saneamento, a palestra abordou o tema “Gestão de lodo – Adensamento, desidratação e remoção” e foi ministrada pelo especialista técnico Nilton Bartalini.

altBartalini discorreu sobre lodos gerados em ETAs e ETES, polímero e floculação, natureza da água, tratamento, adensamento, desidratação e secagem de lodo, tipos (adensado, desidratado e seco), aterro, compostagem, transporte, legislação e fiscalização, possibilidades de reúso, neutralização, estabilização, higienização, parcerias, cooperação técnica, licenciamento tecnológico.

Segundo os dados apresentados pelo especialista, os lodos das ETAS têm sido dispostos em cursos de água sem nenhum tratamento; na cidade de São Paulo, aproximadamente 100 toneladas por dia são geradas em base seca geradas pelas ETAS. “Os lodos das ETEs gerados no Brasil, são ordem de 200.000 toneladas/ano; os lodos gerados quase na totalidade, seguem para aterros; agricultura, construção civil, geração de energia alternativas. Secagem, de acordo com Bartalini, seria uma alternativa para minimizar volume, minimizar patogênicos, metais pesados e outros contaminantes”.

Segundo o especialista, a troca de conhecimento entre os jovens e os antigos profissionais é muito importante para a evolução do setor e abordou as dificuldades na implementação das novas tecnologias. “Apresentei pela segunda vez uma palestra para o JPS. O bom é que eu consigo discutir, representando a velha guarda tecnológica com o jovem profissional que está com a cabeça fresquinha e pude aprofundar o tema”, frisou. Conversei com Henrique Reismann, integrante do JPS, que está trabalhando em gestão de sistema de lodo, me passou algumas novidades e disse que pretende aplicar na prática as nossas tecnologias”, contou. Segundo o palestrante, o que amarra o andamento da tecnologia no Brasil é a legislação. “A legislação é ultrapassada, não fiscaliza e segura quem está com vontade de resolver as coisas e inovar. Acho que consegui passar isso para o pessoal assim como no ano passado”, finalizou.

Henrique Reismann saiu satisfeito da apresentação. “Gostaria de agradecer pela oportunidade da palestra. Foi um tema extremamente interessante, com um nível técnico maravilhoso e aprofundado”, destacou. “O Nilton Bartalini é um profissional muito capacitado tanto no nível técnico quanto no mercado. Gostei muito do espaço como um todo. Fui muito bem recebido e saio daqui somente com elogios”, disse ele, que foi presenteado pela aQuamec com o livro “Manual de tratamento de efluentes industriais”, de José Eduardo W. de A. Cavalcanti. A obra foi autografada e entregue pelo autor.

 

Lodo de esgoto na agricultura

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O coordenador da Câmara Temática de Tratamento de Esgotos, Marcelo Miki, mediou o Painel “Uso de lodo de esgotos no solo: segurança sanitária e produção agrícola”. Os palestrantes foram Maria Inês Sato, Roberto Villas Boas e Milton Pucci.

Segundo Miki, o painel procurou colocar a situação do uso de lodo de esgoto na agricultura, com a participação de representantes da Academia (professora Maria Inês, da USP e da Cetesb, e o professor Lyra, da Unesp). “Temos um projeto de pesquisa em conjunto”, disse. “Contamos com a presença de um profissional da agricultura que procurou explicar sobre a sua experiência prática do uso de lodo que ocorreu em 1998. A prática foi interrompida após 11 anos por causa da resolução CONAMA/375”, explicou. “O painel serve para trazer o debate para a sociedade, informações atuais, promover a melhoria nos novos instrumentos legais e os disponibilizar para os técnicos do setor”, frisou Miki.

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Estande da ABES

No último dia do encontro o estande da ABES recebeu visitas do economista Gesner de Oliveira, da GO Associados, e Uladyr Nayme.

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Rogério Tavares, vice-presidente da Aegea, associada da ABES e patrocinadora da Rio Water Week – Semana da Água no Rio de Janeiro, que acontecerá entre os dias 26 a 28 de novembro.

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Luiz Roberto Gravina Pladevall, vice-presidente da ABES-SP, Dante Ragazzi Pauli, coordenador da Câmara Temática de Comunicação no Saneamento da ABES, Ricardo Ribeiro, responsável pela área institucional da ABES-SP.

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Thomas Ficarelli, coordenador do programa Jovens Profissionais do Saneamento-JPS da ABES-SP, e outros integrantes.

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