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ABES presente no I Seminário Aberto do MBA Saneamento Ambiental, na FESPSP PDF Imprimir E-mail
Qua, 05 de Dezembro de 2018 15:38

O vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES Seção São Paulo (ABES-SP), Luiz Roberto Gravina Pladevall, representou o preseidente nacional da ABES, Roberval Taraves de Souza, no dia 30 de novembro, no I Seminário Aberto do MBA Saneamento Ambiental e lançamento da segunda turma da pós, evento promovido pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), em sua sede. O MBA Saneamento Ambiental é promovido pela FESPSP, com módulo internacional na LSE e cooperação institucional da ABES.

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Pladevall aproveitou a oportunidade para convidar os alunos da primeira turma e público do seminário para o 30º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que será realizado de 16 a 19 de junho de 2019, em Natal, no Rio Grande do Norte.

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Saneamento: recuperação da economia passa por aposta em investimentos, aponta especialista

A recuperação da economia brasileira deve vir especialmente da ampliação dos investimentos, com destaque para a infraestrutura. A opinião é do economista Gesner Oliveira, que também participou do evento. “Sabemos das tensões pelas quais está passando o comércio mundial: temos poucas chance de crescer por esse caminho. Com o desemprego e famílias endividadas, o crescimento também não deve vir do consumo. Logo, a fonte de crescimento do país deverá ser o investimento, e o investimento em saneamento é particularmente importante”, disse.

Para o economista, sócio da GO Associados e Coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV, dentre os segmentos da infraestrutura, o de saneamento encontra-se em estágio mais atrasado do que a maioria. “No ritmo atual dos investimentos, a universalização do saneamento só vai ser obtida na segunda metade do século 21, o que é algo inaceitável”, diz. Se esse cenário pode ser desolador, também pode traduzir esperança, pois indica uma demanda reprimida, com alto potencial de crescimento. Nos últimos 10 anos, o país investiu em média 2,1% do PIB com infraestrutura, segundo dados da Abdib. “O Brasil investe aproximadamente metade do que a Índia e um quarto do que a China investe”, lembrou Oliveira.

Com as contas públicas desequilibradas, o especialista acredita que uma maior participação do investimento privado será imprescindível. “E a regulação será fundamental para trazer segurança jurídica ao investidor”, afirmou Elcires Pimenta, um dos coordenadores do MBA. O tema também foi abordado pelo diretor-presidente da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, Hélio Luiz Castro. Ele destacou a importância de se avaliar as planilhas de custos do serviço, remunerando os gastos atrelados à efetiva e eficiente prestação do serviço, para definir a tarifa de serviços. “A gente tem a função de entender o que é custo eficiente. É preciso sempre haver um equilíbrio. Não podemos, por exemplo, ter uma tarifa muito baixa e prejudicar a saúde financeira do prestador”, disse.

 

MBA Saneamento Ambiental lança segunda turma

O MBA Saneamento Ambiental lançou ao mercado nesta sexta-feira a segunda turma da pós-graduação. As matrículas estão abertas, e as aulas começam em maio, com ensino a distância (EAD) e módulo internacional presencial na London School of Economics and Political Science (LSE). O lançamento ocorreu na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), durante seminário para alunos da primeira turma.

Para o coordenador administrativo do MBA Saneamento Ambiental, Rafael Castilho, a associação de EAD com alguns seminários e provas presenciais e uma semana de estudos em Londres é um modelo vitorioso, já testado e aprovado no MBA PPP e Concessões. “Ao mesmo tempo que o EAD potencializa a flexibilidade os estudos, temos os momentos presenciais fundamentais para estimular o relacionamento e a troca de experiências”, diz. Já o representante da LSE, Carlos Nascimento, reforçou a importância do módulo internacional. “Vamos olhar para os outros países e entender o que deu certo e errado em cada um. Sabendo que também não se pode simplesmente importar o que há lá fora, sem adaptar ao nosso contexto”, afirma.

 

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