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Países da América Latina trocam experiências na área de saneamento rural durante Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 16:55
Representantes de empresas de saneamento do Chile, Peru, Paraguai e Brasil participaram nesta quarta-feira, 28 de setembro de 2011 de um debate sobre as alternativas existentes para que o saneamento básico chegue ao meio rural de forma economicamente viável e ecologicamente sustentável. O painel “Saneamento Rural Sustentável: Uma Oportunidade para o Desenvolvimento Local” faz parte da programação do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que ocorre na FIERGS, em Porto Alegre.
  
O diretor regional do Programa de Água e Saneamento para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Glenn Pearce-Oroz, expôs a importância da gestão integrada no processo de universalização no campo.  “Implementar um modelo de gestão que integre saneamento, educação, saúde e viabilidade econômica é um caminho seguro e plenamente possível para o desenvolvimento sustentável do meio rural”, salienta.
 
Um dos exemplos apresentados mais elogiados pelos congressistas veio do Peru, onde governo e iniciativa privada, com apoio da Suíça, trabalharam na capacitação dos produtores rurais para a construção de cisternas, no fomento de escolas para o combate ao trabalho infantil e em cursos técnicos para as mulheres do campo. “Estamos alcançando grandes avanços, principalmente porque as crianças do campo estão aprendendo a usar os recursos de forma consciente e sustentável”, comemorou Cesarina Quintana, oficial nacional do Programa de Cooperação Suiça – COSUDE.
 
Também participaram do painel a coordenadora de Saneamento Rural da ABES, Mônica Bicalho Pinto Rodrigues, a diretora de Assuntos Sociais e Organização Comunitária do Serviço Nacional de Saneamento Ambiental do Paraguai (SENASA), Mirian Lorena Mancuello Medina; o superintendente da Unidade de Negócios Baixo Tietê e Grande da Sabesp, Antonio Rodrigues da Grela Filho; o gerente de Saneamento Rural da Companhia de Água e Esgoto do Ceará, Helder dos Santos Cortez; o chefe da Unidade de Gestão Comunitária do Ministério de Obras Públicas do Chile, Miguel Pantoja.
 
18ª Semana Interamericana da Água é lançada no Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 15:01
A campanha da 18ª Semana Interamericana da Água e a 11ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, promovida pela ABES-RS - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental em parceria com diversas entidades governamentais e não governamentais, será lançada oficialmente por Cassilda Teixeira de Carvalho, presidente da ABES, e pela presidente da seção gaúcha da Associação, Nanci Begnini Giugno, durante a realização do painel "Da Eco 92 à Rio+20", no 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontece das 14h às 16h desta quarta-feira, 28 de setembro, no Teatro do Sesi.
 
A Semana da Água ocorre de 1º a 8 de outubro de 2011, em todo o Rio Grande do Sul, com ampla participação da comunidade, especialmente crianças em idade escolar. A coordenação da Semana da Água -feita pela ABES-RS em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente -utiliza diversos meios para se comunicar com a população e mostrar que é imprescindível para a própria sobrevivência conservar e proteger os mananciais de água, as nascentes, os arroios, rios, lagoas e banhados.
 
Com o tema "De onde vem a água que usamos?", o evento visa refletir sobre o percurso da água e sobre o impacto que o uso inadequado desse recurso pode provocar ao longo do caminho.
 
Pela primeira vez este ano, o programa é organizado por bacias hidrográficas, regiões em que toda a água converge para um mesmo curso principal.  O Rio Grande do Sul tem 25 bacias hidrográficas, e cada uma tem um Comitê com representantes dos usuários da água, da população da bacia e também do Estado, que é o gestor e proprietário das águas.
 
O objetivo da Semana da Água é ajudar a alcançar as metas estabelecidas pela comunidade internacional, contidas na Agenda 21 e na Declaração do Milênio (até 2015, reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento básico no planeta).

As ações promovidas na Semana da Água visam: discutir e aprofundar questões relativas à água, em todos os níveis; impulsionar a execução de programas e projetos em defesa da água; e incentivar a cooperação entre as pessoas, para que cada um faça a sua parte em favor da sustentabilidade.

ÁGUA, QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA
  

Música, teatro, cinema, oficinas, visitas, passeios, rodeios, desfiles, rituais, exposições, painéis, cursos, palestras, conferências, seminários, recitais, concertos, trilhas, passeatas, mutirões e abraços aos mananciais: tudo isto está programado para mostrar que é imprescindível respeitar a natureza.
No Brasil, a Semana Interamericana da Água foi celebrada pela primeira vez em 1994, no Rio Grande do Sul. Foi inspirada no Dia Interamericano da Água, criado pela Opas (Organização Panamericana da Saúde) e pela Aidis (Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental) no XIII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental (em Cuba, 1992).
Após a primeira celebração do Dia Interamericano da Água, a ABES considerou que o período era muito curto, instituindo, então, a Semana da Água, que é promovida todos os anos no início da primavera.No ano passado houve mais de 1.400 atos desenvolvidos nas cidades e na zona rural por instituições e empresas ligadas ao saneamento, escolas, centros de tradições, clubes de serviço, ongs, comitês de bacia e prefeituras, Brigada Militar e outras entidades interessadas na preservação do ambiente natural. Mais de um milhão de pessoas participaram da organização das atividades ou assistiram às apresentações.
 
ABES e ANA assinam convênio para troca de informações no gerenciamento de recursos hídricos PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 17:26

A ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental e a ANA – Agência Nacional de Águas firmaram um convênio, na manhã desta terça-feira (27/09), para troca de informações na área de gerenciamento dos recursos hídricos. O acordo foi firmado durante um painel sobre o tema, apresentado no Congresso da ABES, que acontece na FIERGS até quarta-feira (28/09), que apresentou propostas e soluções para a modernização nos planejamentos de uso de rios e bacias hidrográficas em território nacional.

O diretor da ABES-RS, Paulo Renato Paim, disse que um dos maiores desafios para melhoria da gestão de água no Brasil é a desburocratização de alguns processos e a união entre municípios. “Cada município tem uma forma de administrar os recursos hídricos, e isto é um equívoco, visto que muitas cidades fazem uso de uma mesma bacia hidrográfica. Ou seja, é preciso esquecer os limites municipais e ter um pensamento sistêmico quando falamos em gerenciamento de rios e bacias hidrográficas”, alertou.

Outra necessidade apontada durante o painel foi a de realizar o enquadramento e a correta classificação destes recursos para melhor planejamento do seu uso. Ao menos é o que defende o Dr. Carlos Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS. “o enquadramento dos recursos hídricos é uma forma de classificação que permite um melhor planejamento de metas e a conseqüente melhoria na qualidade dos usos da água”, avalia.

Também participaram do painel o presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo, o gerente de pesquisas da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Cleverson Andreoli, e o presidente do Comitê Taquari- Antas, Daniel Schmitz.

 
Governo reforça compromisso com saneamento durante o painel de abertura do 26º Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 17:01

O painel de abertura do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária Ambiental, realizado na manhã da última segunda-feira (26/09), no Teatro do SESI, apresentou diversos exemplos de investimentos realizados pelo poder público e pela iniciativa privada na área de saneamento e abastecimento.

Coordenado pela presidente da ABES, Cassilda Teixeira, o painel "Universalização do Saneamento: Desafios e Soluções para o Setor" foi aberto com a fala do Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que elogiou a iniciativa do Congresso de reunir projetos e soluções para o saneamento em busca da universalização. "A gestão privada tem plenas condições de apresentar soluções para a gestão pública", disse.

Tarso também destacou ser dever do Estado dar condições para que as empresas privadas possam cumprir com sua função social. "Os objetivos focados no lucro não afastam a empresa privada do Estado, pelo contrário, pois é a viabilidade de investimento que vai possibilitar a estas empresas cumprir sua função social", ponderou.

Já o Ministro das Cidades, Mário Negromonte, lembrou que o Congresso resgata uma dívida histórica do Governo Federal com o saneamento. "Um projeto bem feito já é metade do caminho andado para que as coisas saiam do papel. Estamos tentando diminuir a burocracia na aprovação de iniciativas privadas, que prejudicam principalmente os pequenos municípios", ressaltou.

O esforço conjunto entre as esferas municipal, estadual e federal em torno do Plano de Aceleração do Crescimento também foi exaltado por Negromonte. "Esta união tem ajudado na aceleração de obras e projetos de saneamento, para os quais estão previstos investimentos de R$ 40 milhões".

Ao trazer os primeiros "cases" do dia, o Prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, apresentou dados gerais sobre as obras do Projeto Socioambiental da Cidade (PISA) e do Sistema de Esgotamento Sanitário do Bairro Sarandi, que juntos devem elevar os índices de esgoto tratado dos atuais 27% para 80% até 2014. "Porto Alegre será uma das únicas capitais do Mundo a cumprir as metas do milênio antes do prazo", celebrou o prefeito. 

No entanto, para que os projetos avancem na área de saneamento, é preciso vencer alguns entraves no campo político. Ao menos é o que pensa o Diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Elvio Gaspar. "É preciso reconstruir o pacto entre governos Estaduais e Municipais. Não é possível que a discussão sobre quem deve aparecer nas obras ainda possa paralisar alguns processos deste setor", enfatizou.

Também participaram do painel o presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, Ricardo Augusto Simões Campos; a presidente da SABESP, Dilma Seli Pena;  e o presidente da FUNASA, Gilson de Carvalho Queiroz Filho. 

 
Autoridades marcam presença na abertura oficial do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental PDF Imprimir E-mail
Seg, 26 de Setembro de 2011 15:19

A Presidente do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Ellen Martha Pritsche, e a Presidente da sessão gaúcha da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Nanci Benigni, foram as anfitriãs da noite para receber os participantes do Congresso, aberto oficialmente no domingo, 25 de setembro, em Porto Alegre. O evento que acontece no Centro de Eventos da FIERGS, propõe inúmeros painéis que vão tratar de questões relacionadas ao saneamento, abastecimento de água, drenagem e administração dos recursos hídricos.

A presidente da ABES, Cassilda Teixeira de Carvalho, lembrou que a ideia do congresso é promover o intercâmbio de conhecimento tecnológico, científico e também cultural, contribuindo para a otimização dos recursos investidos no setor. “O Congresso tem um importante papel no setor. Ou seja, e necessário inovarmos tanto na contratação quanto na gestão dos processos da área”, afirmou Cassilda.   

O Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski representando o Ministério das Cidades do Governo Federal, registrou que o Congresso ajudará a atingir as metas aperfeiçoando o trabalho e profissionais do setor. Também falou sobre investimentos do PAC 2, no qual foi injetado 415 milhões de reias para 2011 até 2014. Para os próximos 20 anos será um total de 425 bilhões de reais investidos.  

Também estiveram presentes no evento o Representante do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduque - o Secretário de Habitação e Saneamento do Estado do Rio Grande do Sul, Marcel Frison - o Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do RS, Adão Vilaverde e o Diretor Geral do DEMAE, Flávio Presser, representando o Prefeito de Porto Alegre.

Excelência em Gestão

A falta de saneamento ainda atinge, direta ou indiretamente, 700 milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a presidente seção gaúcha da ABES, entidade promotora do evento, Nanci Benigni Giugno, é necessário gerar soluções para esta parcela da população e para a preservação do meio ambiente. “Enquanto pessoas sofrem com a falta de água e esgoto em alguns lugares do Brasil, em outros estamos habituados a um desperdício quase criminoso. E isto só se muda se mudarmos o pensamento e a forma de agir, que são questões culturais”, defende.

Por isto, o tema central do Congresso foca na “excelência da gestão como caminho para a universalização”. Painéis e expositores apresentam as últimas tecnologias e soluções nas áreas de abastecimento, esgoto, drenagem e resíduos sólidos, além de evidenciar a necessidade de investimentos em outras áreas como saúde e educação. O evento também deve evidenciar um excelente momento para tomada de decisões de governos municipais, estadual e nacional. “Muito se deixou de fazer no passado sob as mais diversas alegações, desde a discussão das melhores alternativas tecnológicas, falta de recursos frente a outras prioridades. Os problemas não foram sendo enfrentados de forma a acompanhar o crescimento desordenado das grandes cidades. Existem sim caminhos tanto de correção para os problemas existentes, como de ações preventivas ao surgimento de novas crises sócio-ambientais”, explicaa presidente da ABES/RS
A programação completa do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental está disponível no site da ABES (www.abes-dn.org.br).

Sobre a Fitabes

Maior evento de saneamento ambiental da América Latina, a Fitabes 2011 – IX Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental, além de alinhar Porto Alegre com uma das principais pautas do planeta, a sustentabilidade, irá atrair visitantes das diversas regiões do país.
Promovida pela Fagga | GL exhibitions, a feira conta com 265 expositores dos segmentos de: água, esgoto, resíduos sólidos, equipamentos, controle e proteção ambiental. A expectativa é que aproximadamente 9 mil pessoas cheguem à cidade para participar da Fitabes, sendo 40% oriundos da região sul. Saiba mais sobre a feira, acesse o site: www.fitabes.com.br.

Sobre o Congresso

Considerado pelo setor o maior evento de sane¬amento da América Latina e um dos três mais importantes do mundo, o 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sani¬tária e Ambiental vai receber cerca de 5 mil pessoas na capital gaúcha, de 25 a 29 de setembro de 2011.
Tendo como tema principal o “Saneamento Ambiental: a exce¬lência da gestão como caminho para a uni¬versalização”, durante cinco dias, profissionais e técnicos do setor participarão de mais de 20 painéis, reuniões de diálogo setorial, mesas redondas, visitas técnicas, seminários e de um grande fórum sobre “Política Nacional de Resíduos Sólidos”.

 

 
Dia Mundial Sem Carro e Dia do Tietê PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Setembro de 2011 22:39

O dia de hoje é muito especial para o meio ambiente: celebramos, ao mesmo tempo, o dia mundial sem carro e o dia do Rio Tietê.

A deterioração de nossos rios não é uma novidade: vem se agravando com o passar dos anos por diversos motivos, entre eles: o rápido processo de urbanização de nossas cidades, a industrialização, o uso agrícola com tecnologias e controles arcaicos, a falta de saneamento adequado em muitos municípios, as denominadas cargas difusas e as mudanças climáticas.

Especificamente falando do Rio Tietê, o “rio dos paulistas” não foge à esta regra. Nasce nas proximidades da Região Metropolitana, onde passa, portanto, com vazão incapaz de absorver os impactos gerados por quase 20 milhões de habitantes e diversas outras atividades.

Boas iniciativas encontram-se em curso como, por exemplo, o Projeto Tietê, originado em 1992 pela pressão organizada da sociedade. Devemos, no entanto, perseverar e lembrar de que o processo de despoluição de um corpo d´água leva décadas.

Assim, os municípios que integram a Grande São Paulo, além daqueles por onde passam os afluentes do nosso mais importante rio e Governo do Estado devem equacionar o mais rapidamente possível seus déficits de coleta e tratamento de esgotos e ainda melhorar a manutenção e limpeza destes mesmos rios e o sistema de coleta, transporte e destinação adequada do lixo. A população tem seu papel, não menos importante nesse contexto: dispor adequadamente seus resíduos sólidos e conectar seu imóvel à rede coletora de esgotos.

O Rio Tietê já apresenta melhoras quando o observamos no interior do Estado e o sonho de vê-lo muito melhor em toda a sua extensão é perfeitamente possível.

Já o dia mundial sem carro que começou a ser celebrado na França, já comemora seu 14º ano. A ação pretende que o maior número de pessoas possível deixe os automóveis em casa. Os efeitos se refletem na diminuição do trânsito e na melhoria do meio ambiente.

A adesão, infelizmente, ainda é baixa, até porque nosso transporte coletivo é caótico e as ciclovias apenas agora começam a ser implantadas.

Uma das funções da ABES é, além de fomentar tais discussões, organizar suas conclusões e recomendações e encaminhá-las, juntamente com outras entidades, aos órgãos competentes e responsáveis pela formulação de políticas públicas, comunicação de massa e leis.

Participe conosco desta nobre causa: a melhoria das condições de vida de nossa população.

 
Projeto de incentivo a novos engenheiros é apresentado por diretor do CNPQ PDF Imprimir E-mail
Ter, 20 de Setembro de 2011 23:50

Com base na demanda que será necessária para o setor de Petróleo e Gás nos próximos anos, Guilherme Sales Soares de Azevedo Melo, diretor de Engenharias, Ciências Exatas e Humanas e Sociais do CNPQ - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, apresentou o projeto Forme Engenharia, que busca incentivar os alunos a ingressarem no curso de engenharia.A iniciativa foi destacada durante o seminário Gás na Ecomomia 2011, que aconteceu durante o dia 20 de setembro de 2011, no Mendes Convention Center, em Santos.

No Brasil, apenas 6% são engenheiros, enquanto na Coreia pelo menos 30%. Que porcentagem de alunos formados pelo ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica trabalha em engenharia? Uma pequena parcela e isso por causa do mercado financeiro. Vamos tentar fazer essa virada", destacou o diretor, que também conta com um projeto voltado aos primeiro e segundo graus. Precisamos ter mais gente bem formada", completou.

Melo também lemrbou do programa Ciências sem Fronteiras, que visa promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos.

 
Câmaras Ambientais se modernizam e introduzem mecanismo de consulta pública PDF Imprimir E-mail
Sex, 09 de Setembro de 2011 16:16

A introdução de mecanismo de consulta pública no processo de avaliação de propostas submetidas à aprovação da Diretoria da Cetesb é a principal novidade do novo Regimento Interno das Câmaras Ambientais (CA's) do Estado de São Paulo. A inovação foi destacada na última semana, em reunião do presidente da Cetesb, Otavio Okano, na sede da Companhia, na capital, com os atuais presidentes das Câmaras Ambientais. O encontro teve por objetivo apresentar o novo Regimento desses fóruns colegiados representativos dos setores produtivos e também ouvir críticas e sugestões, bem como discutir o processo eleitoral que se dará a partir de outubro próximo, para eleger os novos dirigentes das CA's.

Entre outros assuntos, Okano afirmou que a reestruturação do Regimento Interno tem o objetivo de discutir e formular políticas públicas na área ambiental, na linha dos acordos setoriais e ampliar as parcerias, e que as relações entre a CETESB e o setor produtivo se estreitarão ainda mais. "Podemos colher frutos melhores do que já temos, e com melhores resultados, com todos ganhando, em especial a sociedade civil, com a melhoria da qualidade ambiental no Estado de São Paulo".

Após ouvir algumas sugestões quanto às mudanças que o novo Regimento propõe, Okano explicou que o antigo Regimento Interno, de 2007, já estava desatualizado, e que já era hora de reformular a sua estrutura, com o revezamento de mandato de presidentes. "A mudança é salutar para todos, é a oportunidade de eliminarmos os vícios, sem falar que é mais democrático", afirmou.

Gerente do Departamento de Desenvolvimento Institucional Estratégico da Cetesb, Vicente Novaes explicou os pontos principais da mudança, que estabelecem, basicamente: a regulamentação da eleição e mandato do presidente e do secretário-executivo; a alteração do número de membros representantes do Sistema Estadual de Meio Ambiente, disciplina a atuação dos grupos de trabalho; e introduz o mecanismo de consulta pública, no processo de avaliação das propostas a serem submetidas à aprovação da Cetesb - esse mecanismo permite colher contribuições, tanto de setores especializados quanto da sociedade em geral.

Novaes enfatizou que as Câmaras são importantes instrumentos de gestão ambiental participativa e fazem parte do planejamento institucional estratégico da Companhia. "A revisão e o aprimoramento do Regimento Interno expressa o sentimento da casa, que é de transparência, simplificação e desburocratização", afirmou. A gerente da Divisão de Coordenação das Câmaras Ambientais da Cetesb, Malu Freire, explicou o processo de consultas públicas. Segundo ela, será criada uma página no site da Cetesb, onde os documentos ficarão disponíveis para consulta, durante um período de, no mínimo, um mês, com endereço e "e-mail" específico, para onde poderão ser encaminhadas as contribuições, que eventualmente serão consideradas no processo interno de avaliação técnica. "Essas contribuições, sugestões e críticas serão colhidas, tabuladas e apresentadas às CAs, proporcionando maiores subsídios às decisões da CETESB, bem como mais crédito à instituição."

Após as explanações dos dirigentes da Companhia, os presidentes de Câmaras se manifestaram, esclareceram suas dúvidas quanto às regras de funcionamento dos Grupos de Trabalho e da participação de secretários-executivos, entre outras, e acrescentaram algumas sugestões quanto à implementação do novo Regimento Interno. Foi também uma boa oportunidade, conforme avaliação geral, para exporem suas experiências à frente das Câmaras .

Os presidentes das Câmaras Ambientais presentes à reunião concordaram que a nova estruturação do Regimento Interno é uma atitude proativa da Direção da Cetesb e vêem com bons olhos a abertura de novos espaços para discussão dos temas ambientais.Desde que foi criada, em 1996, as Câmaras Técnicas do Setor Produtivo - hoje Câmaras Ambientais (CA's) - têm se fortalecido, ao longo desses 15 anos de existência, como importantes canais de participação dos setores produtivos, na elaboração das políticas ambientais setoriais no âmbito da CETESB/SMA -Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Os objetivos específicos desses colegiados são contribuir ao aprimoramento e à implementação dos instrumentos de gestão ambiental do Estado, a criação de políticas públicas de apoio à gestão ambiental, ao exercício do planejamento estratégico da CETESB e à constituição de uma canal permanente de diálogo entre o Sistema de Meio Ambiente e os setores. Hoje, as CA's vêm ampliando sua atuação para tratar temas transversais e comuns a todas as áreas, como a política de resíduos sólidos, energia, mudanças climáticas e outros. Hoje se admite também a formação de Câmaras Ambientais Temáticas, o que incentiva a integração e parcerias no âmbito dos governos municipal, estadual e federal, com os setores produtivos, apontando para o estabelecimento de acordos setoriais, para a formulação e a aplicação das macropolíticas públicas ambientais do Estado de São Paulo.

O novo Regimento Interno das Câmaras foi aprovado em Reunião de Diretoria da Cetesb e publicado no Diário Oficial do Estado, no último dia 13 de agosto. Estiveram presentes à reunião: Gilberto Veronese, presidente da Câmara Ambiental do Setor Metalúrgico, Mecânico e Siderúrgico; Carlos Zaim, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Processamento de Chumbo; Gustavo Razzo Neto, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria; Nadia Paterno, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Energia; Alfredo Bonduki, presidente da Câmara Ambiental da Indústria Têxtil; Francisco Vasconcelos, presidente da Câmara Ambiental da Indústria da Construção; Alberto Skliutas, representando Cesar Figueiredo de Mello Barros, presidente da Câmara Ambiental da Indústria de Couros, Peles, Assemelhados e Calçados; Fernando Valverde, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Mineração; Antonio Carlos Gonçalves, presidente da Câmara Ambiental do Setor da Indústria Cítrica; Oswaldo Aldrighi, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Resíduos; André Elia Neto, representando Alfred Szwarc, presidente da Câmara Ambiental do Setor Sucroalcooleiro; Valdomiro Ferreira Junior, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Suinocultura; Mario William Esper, presidente da Câmara Ambiental do Setor da Indústria de Produtos de Minerais não Metálicos; e Dante Pauli, presidente da Câmara Ambiental do Setor de Saneamento.

 

Fonte: CETESB

 
Plano nacional de resíduos sólidos receberá contribuições da sociedade PDF Imprimir E-mail
Ter, 06 de Setembro de 2011 13:16

No dia 1 de setembro foi dado mais um passo para cumprir o que prevê o Decreto 7.404, de 2010, que trata da PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A consulta pública à primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos foi lançada pela ministra Izabella Teixeira, na reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente, realizada no auditório do Ibama, em Brasília.

O documento preliminar estará disponível no site do Ministério do Meio Ambiente a partir do dia 5, pelo prazo mínimo de 60 dias, contados da data da sua divulgação. Serão realizadas audiências públicas nas cinco regiões brasileiras e em Brasília para debater as diretrizes e metas do Plano. A primeira será este mês em Mato Grosso do Sul, reunindo a região Centro-Oeste.

O objetivo é ampliar a participação da discussão sobre o Plano, mobilizando a sociedade e envolvendo setores específicos em todo o território nacional. O Plano apresenta conceitos e propostas que refletem a interface entre diversos setores da economia compatibilizando crescimento econômico com desenvolvimento sustentável. O diagnóstico foi elaborado pelo Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e "cumpriu seu papel de oferecer elementos de avaliação, de construção e de monitoramento das políticas públicas brasileiras", enfatizou o presidente da instituição, Márcio Pochmann, que participou do evento no Conama.

Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (MMA), Nabil Bonduki, a determinação da lei ambiental de erradicar os lixões em todo o País até 2014 é um desafio. "Mas, olhando o diagnóstico realizado pelo Ipea, podemos ficar mais otimistas", destacou. Segundo ele, entre 2000 e 2008 o Brasil conseguiu melhorar de 38% para 58% o descarte adequado de resíduos sólidos em aterros sanitários. "Isso sem que houvesse uma Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esperamos avançar um pouco mais com a nova lei ambiental", afirmou.

Provocar não só uma mudança nos padrões de consumo, mas na maneira como as pessoas se relacionam com os resíduos sólidos, além de promover a inclusão social foram os pontos destacados pela ministra Izabella Teixeira. "Com esse investimento maciço em reciclagem promovemos ainda a inclusão social dos catadores, com a formação e a construção de cooperativas, qualificando profissionalmente essas pessoas. Eles são os verdadeiros agentes ambientais no dia-a-dia das grandes cidades brasileiras. São eles que recolhem o lixo junto com os serviços de limpeza urbana", destacou.

Izabella Teixeira acredita que "investir em reciclagem é gerar riqueza, economia, negócios verdes, negócios sustentáveis, fazer a inclusão social, dar cidadania para essas pessoas e trabalhar uma visão mais inovadora de coordenação de gestão pública com a União, que é a grande coordenadora desse processo dos resíduos sólidos nos estados e municípios onde as soluções devem ser buscadas, com as suas especificidades regionais, estaduais e locais. É um grande desafio que a sociedade brasileira terá que lidar nos próximos anos", finalizou.

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos terá a vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, com atualização a cada quatro anos.


 
Abes-SP realiza evento com a temática: Quem é o povo Brasileiro? PDF Imprimir E-mail
Qui, 01 de Setembro de 2011 17:33

Uma mistura de etnias e culturas é o que define o povo brasileiro. Mas de onde surgiu essa mistura? O que permitiu que o Brasil se apresentasse como uma das nações mais ecléticasmundo?

Essas e outras questões foram discutidas durante os três dias de evento,baseado no livro “o povo brasileiro” de Darcy Ribeiro,realizado pela Câmara Técnica de Comunidades Isoladas na sede a ABES-SP.

Isa Ferraz produziu e dirigiu uma série de filmes homônimos, inspirada diretamente no livro. Ambas as obras têm, como horizonte, responder à questão: quem é o povo Brasileiro.

Marcos Pompéia, formado em filosofia pela USP e pós-graduado pela Unicamp em Lógica e Epistemologia, foi convidado a ministrar a palestra que antecedeu a exibição do filme. Ele colaborou como pesquisador e roteirista na série de vídeos e desenvolve um trabalho de formação de alunos, professores e outros profissionais em torno do tema: “o povo brasileiro” desde o ano 2000.

Para Ana Lúcia Brasil, coordenadora da Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas,é importante discutir essa questão. “Discutir sobre o povo brasileiro é fundamental, pois nunca nos detemos a pensar em no que somos”, explica. “Ouço as opiniões mais diversas do mundo dizendo que o Brasil é um povo multirracial. E isso é um ponto forte. Se quisermos pensar em qualquer solução para o Brasil você tem que entender o povo e seus costumes”, ressalta.

De acordo com Pompéia se você quiser fazer um trabalho com uma comunidade é preciso localizar os saberes coletivos. “Com o conhecimento adquirido pelos saberes coletivos, a pessoa se torna muito mais capaz de realizar qualquer ação dentro da comunidade pois a partir daí que ela começa a entender os costumes, etc.”, coloca.

Os encontros foram realizados nos dias 17, 24 e 31 de agosto de 2011.

 
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