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Cozinhas industriais adotam foco em sustentabilidade e influenciam empresas PDF Imprimir E-mail
Qua, 15 de Junho de 2011 17:26

A “onda verde” está influenciando empresas, conscientizando consumidores e transformando o mercado. Seguindo essa tendência, as cozinhas exercem papel fundamental na contribuição com a preservação dor recursos naturais, reutilização de materiais e reciclagem de resíduos. A Cozil, empresa do setor de equipamentos para cozinhas industriais, por exemplo, desenvolveu produtos que reduzem o impacto ambiental e estimulam consumidores a serem sustentáveis.

Na opinião de Nilton Cunha, responsável pelo Marketing da Cozil, o ambiente das cozinhas profissionais deve ser estudado de forma holística. “Da chegada do alimento até a retirada do lixo, tudo deve ser pensado para que seja possível aproveitar ao máximo nossos recursos, minimizando os impactos ao meio ambiente”, explica.

Para especialistas, assim como em vários outros setores, como o automobilístico, por exemplo, que já adotam algumas ações voltadas à sustentabilidade, as cozinhas industriais também têm caminhado para essa realidade. A construção e administração de um restaurante ecologicamente correto devem atender a alguns requisitos.

Foi pensando nisso que a Cozil desenvolveu equipamentos que reduzem o impacto ambiental, como a linha de Refrigeração Cold Line. Os refrigeradores e freezers desse grupo são equipados com fluído R-134a (gás ecológico HFC – Hidro Flúor Carbono), inofensivos à camada de ozônio.

Outro exemplo de preocupação com os recursos naturais é o equipamento lançado recentemente pela empresa, a Wok Cozil. O aparelho cozinha, assa, frita, grelha e refoga, e uma de suas características é que proporciona economia de água. Para uma mesma produção de alimentos, a Wok gasta ¼ de água em relação ao processo convencional de limpeza e higienização de panelas, já que a área de cocção é integrada, o que permite dispensar a lavagem tradicional.

Para Cunha, um restaurante autossustentável já é motivo de reflexão. “É essencial que toda empresa pense em como diminuir o impacto ambiental. Muito deve ser feito, mas o primeiro passo já foi dado. É fundamental que todos entendam a importância desse ato, e também se insiram no conceito de ‘cozinha verde’”, contextualiza.

Fonte: Revista Meio Ambiente Industrial

 
ABES Nacional completa 45 anos amanhã PDF Imprimir E-mail
Ter, 14 de Junho de 2011 16:09

A ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, a entidade, mais antiga no setor de saneamento do Brasil, completa amanhã, dia 16 de junho, 45 anos de existência.


Presente no país desde meados da década de 60, a associação começou quando um grupo de engenheiros sanitaristas do estado do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas gerais e Bahia, iniciou a mobilização para formar a entidade que tem como objetivo contribuir, de forma efetiva, para que as questões de saneamento sejam tratadas como prioridade, tanto pelo governo, quando pela sociedade.


Além de atuar como porta-voz no setor, participando de discussões, apresentando propostas e soluções para pontos que devem ser priorizados na área de saneamento, a ABES tem como objetivo, também, a formação e a capacitação de pessoas que contribuam para a discussão desses pontos e colaborem para a fomentação de conhecimento do setor no Brasil.


Cassilda Teixeira Leite, presidente da ABES, ressalta a importância da associação para a sociedade: “A ABES é a principal entidade do setor e a mais abrangente. Ela não só coloca em debate a questão do saneamento na ordem do dia, como também interliga a sociedade municipal, federal e estadual”, explica.


Segundo ela, nesses 45 anos de existência, a história da ABES é a história do saneamento no Brasil. “Desde os anos 60 quando ela surgiu, para ampliar as questões no setor ela foi muito precursora tendo uma participação ativa em todas as questões ligadas ao saneamento”, enfatiza.


A celebração da data é mais do uma simples comemoração, é a prova de que sonhos e ideais de um país melhor para todos é possível.

 
Enfil premiará pesquisa brasileira em tecnologia ambiental PDF Imprimir E-mail
Seg, 13 de Junho de 2011 12:08

A Enfil Controle Ambiental, maior empresa brasileira de soluções ambientais, firmou parceria com a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina para organizar o Prêmio ENFIL de Tecnologia Ambiental, criado para incentivar o desenvolvimento local de técnicas e processos voltados à proteção do meio ambiente em operações industriais.

Um júri formado por profissionais do setor e professores da universidade escolherá os três melhores trabalhos acadêmicos voltados para o desenvolvimento de tecnologias ambientais. Além da premiação, seus autores poderão apresentar suas idéias e soluções no VII Workshop de Reuso de Água na Indústria, que será realizado nos dias 10 e 11 de novembro, em Florianópolis, SC. O evento é uma promoção da FEESC - Fundação de Ensino de Engenharia em Santa Catarina, que apóia a UFSC em seus projetos, O regulamento do prêmio estará disponível no site www.feesc.org.br/floripaworkshop a partir de junho de 2011.

“Como empresa brasileira que atua há 17 anos com soluções ambientais para indústrias, nos sentimos motivados a incentivar o desenvolvimento de tecnologias por profissionais que atuam no país”, comenta Franco Tarabini Jr., sócio e diretor da Enfil.

“Com a parceria da Enfil, a premiação sobe para um novo patamar, ampliando ainda mais o seu escopo e garantindo um maior reconhecimento ao trabalho científico brasileiro”, comenta o Professor José Carlos Cunha Petrus, professor do Departamento de Engenharia química e Engenharia de alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina e coordenador do Prêmio ENFIL de Tecnologia Ambiental.

Fonte: RMAI - Revista Meio Ambiente Industrial

 
Uso de aquecimento solar em piscina do SESC Belenzinho deixará de emitir de 46,6 toneladas de CO2 PDF Imprimir E-mail
Sex, 10 de Junho de 2011 12:17

A E2solar, empresa de equipamentos e sistemas termossolares, comemorou o Dia do Meio Ambiente, 5 de junho, com um alerta sobre a utilização da energia solar térmica e sua contribuição para o planeta.

Energia renovável, limpa e gratuita, são alguns dos benefícios que o aquecimento solar proporciona. Um metro de coletor solar, usado no período de um ano, poupa da natureza, caso utilizado outro tipo de energia para o aquecimento de água, algum dos seguintes itens: 56 metros de matas alagadas; 215 quilos de lenha; 66 litros de diesel; ou 55 quilos de gás. Vale lembrar, que além dos benefícios ao meio ambiente, o sistema tem uma vida útil de cerca de 20 anos, e proporciona uma economia direta na conta de energia elétrica da ordem de 15%.

Para divulgar o uso bem-sucedido do sistema, a empresa mostra o case do Sesc Belenzinho, em São Paulo, SP, onde das seis piscinas do complexo aquático, inaugurado em 2010, duas são aquecidas por energia solar. Com capacidade de 1,3 milhões de litros de água, foram utilizados 1.515m² de coletores, com previsão de geração de energia para cerca de 551.600 kWh por ano, energia necessária para manter a temperatura entre 27 a 29ºC, aquecimento dentro do nível de conforto para os usuários. Após um ano de uso, o sistema da E2solar irá gerar, aproximadamente, 15% de economia na conta de energia, e ainda, deixará de emitir cerca de 46,6 toneladas de CO2.

Segundo Aldo Batista, presidente da E2solar, "O Dia do Meio Ambiente é um dia simbólico. Contribuir com a saúde do planeta é obrigação de todos, a utilização do termossolar é um dos caminhos viáveis para isto, além de ser um evidente benefício econômico."

Segundo a Abrava - Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento, no ano de 2010 foram produzidos no Brasil cerca de 970 mil m² de coletores solares.

Se analisado o custo-benefício da utilização de energia solar para aquecimento de água, se considerado for à capacidade da geração de energia de um metro quadrado de coletor solar instalado, versus a produção de coletores em 2010 durante o período de um ano, há uma contribuição para o planeta caso fossem utilizadas outros tipos de energias para o aquecimento da água, seriam necessários alguns dos seguintes itens: 54 milhões de metros de áreas inundadas (hidrelétricas); 207 milhões de quilos de lenha; 63 milhões de litros de diesel; e 53 milhões de quilos de gás.

 
Celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente difunde práticas sustentáveis PDF Imprimir E-mail
Sex, 03 de Junho de 2011 16:36

Estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente, tem como propósito: mostrar o lado humano das questões ambientais; capacitar pessoas para se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável; promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem de atitude em relação ao uso dos recursos naturais propagando questões ambientais; e criar parcerias em prol do meio ambiente .

Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Depois de quase quarenta anos, a data ainda é celebrada em todo o mundo. Em 2011, a Índia é o país sede da comemoração, que tem o tema: “Florestas: a Natureza a seu Serviço”. A escolha do país foi por causa do desenvolvimento de programas ambientais, como o monitoramento de plantas, animais e árvores. 

Além disso, diversas cidades promoverão eventos sustentáveis neste domingo, como por exemplo, a virada sustentável, além do plantio de árvores e mutirões de limpeza. A intenção, neste ano, é mostrar que as ações individuais podem ter grandes impactos.

A ABES-SP não só apoia as iniciativas ambientais, como também é uma instituição capacitadora com o intuito de gerar discussões cada vez mais aprofundadas sobre o tema promovendo e propagando o desenvolvimento sustentável.

 
Instituições financeiras apresentam linhas de financiamento para projetos com enfoque ambiental PDF Imprimir E-mail
Sex, 03 de Junho de 2011 14:33

Por Fernanda Faustino

 

O painel de encerramento do evento "Mudanças Climáticas e as Interfaces com o Saneamento", que aconteceu entre os dias 25, 26 e 27 foi "Oportunidades de Financiamento" que foi composto por representantes de instituições financeiras que apresentaram as linhas de financiamento oferecidas para projetos que propagam a responsabilidade socioambiental.

Mauro Manabe Inoue, representante da JICA - Agência de Cooperação Internacional do Japão, destacou as ações da agência que já cooperou em projetos como o Onda Limpa - que promove a recuperação da baixada santista, entre outros.

Segundo ele, para obter financiamento para projetos na área de meio ambiente, são analisadas condições como: conservação ambiental; reflorestamento; prevenção da poluição; conservação de energia; entre outros.

Takahiro Hosojima, chefe representante do JBIC – Japan Bank for International Cooperation, explicou que a entre as missões da instituição estão: assegurar que haja recursos naturais fora do Japão, para o Japão; aumentar a competitividade nacional entre empresas japonesas; além de identificar novos projetos para financiamento no Brasil inteiro. "Nossos financiamentos no Brasil já superaram 10 milhões de dólares e dentre os projetos apoiamos a Usiminas, a linha quatro do metrô, também contribuímos para a construção do rodoanel, entre outros projetos", comenta. "O Japão está comprometido com projetos de cunho ambiental, tanto é que até 2020 o Japão vai reduzir em 25% suas emissões", ressalta.

Julio Themes Neto, representante da Nossa Caixa Desenvolvimento, explicou que a instituição faz financiamento de crédito com vários setores desde que o projeto atenda a alguns desenvolvimentos, entre eles: tecnologia e meio ambiente.

A estratégia da "Caixa" no mercado de carbono foi um dos projetos apresentados. "Atuamos no mercado regulado de carbono", explica. "Fomentar o marcado de carbono no Brasil é uma grande expectativa que a Caixa tem", finaliza.

Encerrando o painel sobre "Oportunidades de Financiamento", Márcio Macedo Costa, chefe do Departamento de Meio Ambiente do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, explicou que hoje o banco apresenta um leque de linhas, fundos e programas para meio ambiente como: BNDES Florestal; BNDES Compensação Florestal; FECOP; entre outros. "Não basta oferecer linhas melhores para financiamento que não atendam às demandas. No que se refere à recursos é crucial que se tenha um aporte. Isso vai permitir a transição para uma economia de baixo carbono", relata.

Otávio Okano, presidente da Cetesb, disse que estabelecer uma relação entre saneamento e mudanças climáticas e estabelecer um caminho para discussão desse problema. "Hoje temos pessoas com grande conhecimento de mudanças climáticas. Quisera que todos os segmentos tivessem a preocupação de discutir seus impactos nas Mudanças climáticas como o setor de saneamento está fazendo nessa conferência ", observa.

Roberto Scalize, representante da Secretária do Meio Ambiente, afirmou que esse evento foi muito oportuno pois estamos muito aquém do ideal da realidade do saneamento no Brasil. "Hoje eu vejo as entidades sindicais discutindo essas questões, o que não acontecia há anos. Fico feliz por ver essa discussão se propagando", relata.

Paulo Massato, diretor metropolitano da Sabesp, também falou sobre a importância da iniciativa. "Parabenizo a Abes pela iniciativa de trazer esse tema, ainda complexo para discussão. Por causa das mudanças climáticas temos grande impacto no meio ambiente urbano e isso é multidisciplinar".

A Presidente da ABES Nacional Cassilda Teixeira, parabenizou a ABES-SP pela iniciativa "Isso, para nós, é de extrema importância. A impressão que temos, mundialmente, é que o Brasil está imune às mudanças climáticas. O que não é verdade", salienta.

Segundo ela, como profissionais do setor de saneamento é preciso trazer essa discussão para cá. "A mudança climática está diretamente ligada com a intervenção humana no meio ambiente. O importante é ressaltar que se essa questão ainda não é prioritária no Brasil em um curto espaço de tempo, será", analisa.

Ao final do evento, Dante Ragazzi Pauli, presidente da ABES-SP, ressaltou que quando se trata de mudanças climáticas, é preciso ampliar o leque e envolver todos os setores da sociedade para uma economia de baixo carbono. "o setor de saneamento começa a dar passos importantes para que isso seja possível", explica. "Vamos continuar com a abordagem desse assunto com a 4ª Câmara Técnica de Mudanças Climáticas, instituída a partir desse evento", ressalta.

 
Painel "Riscos Climáticos e Saúde Pública” discute impactos das Mudanças Climáticas na saúde humana PDF Imprimir E-mail
Sex, 03 de Junho de 2011 14:26

Por Fernanda Faustino

 

O painel que iniciou o segundo dia de palestras do seminário “Mudanças Climáticas e as Interfaces com o saneamento”, que aconteceu nos dias 25, 26 e 27 de maio, foi “Inventário de Emissões de GEE” que teve, como objetivo, apresentar metodologias para os inventários coorporativos de emissões de GEE e ressaltar experiências do setor de saneamento na mitigação de impactos ambientais.

A abertura do painel foi do palestrante João Wagner, engenheiro da área de clima e energia da CETESB, que deu um panorama das emissões no Estado de São Paulo de 1990 à 2008. “O setor de saneamento, pelo menos no Brasil, ainda não tem um posicionamento claro com relação às mudanças climáticas globais. A oportunidade que temos aqui é de esclarecimento e debate”, expõe.

Segundo Wagner, ações como: gestão de resíduos e efluentes; drenagem; abastecimento de água; e controle de doenças são importantes aspectos do saneamento relacionados às mudanças climáticas.

Roberto Strumpf, coordenador do programa brasileiro de GHG Protocol, que foi lançado em 1998 para desenvolver um padrão de contabilização de comunicação de GEE aceito internacionalmente e promover sua adoção em larga escala. “O projeto tem como objetivo auxiliar as empresas a contabilizarem suas emissões de maneira verdadeira e justa”, salienta Strumpf.

“O método é bastante utilizado por ser flexível”.

Segundo Strumpf, outro objetivo do projeto é manter no Brasil uma cultura permanente para a elaboração e publicação de inventários corporativos. “O lixo que uma empresa gerou há 10 anos ainda está emitindo gases poluentes, por isso é importante que haja consciência e que a campanha carbono zero seja praticada de forma eficiente no Brasil”, explica.

Wanderley da Silva Paganini, superintendente de Gestão Ambiental da SABESP - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, ministrou sobre a experiência da companhia com relação aos inventários. “O ponto chave é fazer com que a gestão ambiental seja uma ferramenta de trabalho e não um obstáculo e isso não é uma tarefa fácil”, explica.

Paganini ressalta a importância de ter um inventário para direcionar as ações da empresa. “Não ter o inventário é fazer uma gestão sem informações”, relata.

O superintendente também afirma que todos os setores deverão se preparar para reduzir suas emissões. “Em 2020, pelo amor ou pela dor, estaremos com uma redução de 20% nos gases de efeito estufa”, enfatiza.

Ludmila Girondoli, representante da CESAN – Companhia Espírito Santense de Saneamento, apresentou a experiência da companhia com relação ao projeto carbono neutro. “Isso não só associa a empresa à responsabilidade socioambiental, como também traz para nós uma oportunidade para reduzir os custos”, explica.

Ainda no painel sobre mecanismos de mercado, Marcos Lopes de Souza trouxe a experiência da Sanepar - Companhia de Saneamento do Paraná, com relação à emissão de poluentes. “Eu vejo as mudanças climáticas no setor de tratamento, como uma grande evolução e isso, para nós é uma grande vitória”, ressalta. “Eventos como este, suscitam novas iniciativas no setor, e a Abes como associação organizadora, está de parabéns”, ressalta.

No painel “Vulnerabilidade de Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas”, foram discutidos os impactos das mudanças climáticas nas grandes cidades, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O palestrante Isaac Volschan Jr, representante do departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente e coordenador do Centro de Pesquisa de Saneamento Ambiental da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, falou sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Rio de Janeiro. “O que apresento aqui, são reflexões preliminares detalhadas sobre os possíveis impactos das Mudanças Climáticas no meio ambiente. Precisamos sair do plano genérico e trabalhar as emissões que cada setor gera”, explica.

Célia Regina de Gouveia Souza, pesquisadora do Instituto Geológico de São Paulo, ministrou sobre os impactos da erosão costeira e os desafios da gestão costeira no Brasil. “O fenômeno natural é uma das causas de elevação do nível do mar”, explica. “Cada vez mais as pressões ambientais vão influenciar no aumento da temperatura do ar e da água, por isso, é fundamental que todos os setores da sociedade se engajem na redução de emissões”, salienta.

O painel “Riscos Climáticos e Saúde Pública” trouxe especialistas da área de medicina, segurança hídrica e defesa civil para discutir os efeitos das mudanças climáticas globais e locais sobre as populações, em relação aos riscos à segurança e saúde, assim como medidas preventivas e mitigadoras para amenizar os impactos.

Para Mônica Ferreira do Amaral Porto, professora da Escola Politécnica da USP - Universidade de São Paulo, a discussão das alterações climáticas passa primeiro por um processo de adaptação. "A alteração provocada pelas mudanças climáticas não é repentina. Então, ela permite que você se prepare, por exemplo, quando falamos de inundação, você pode mudar o planejamento da cidade para reduzir o risco, o que significa que tudo faz parte de um planejamento urbano para induzir um comportamento de redução do consumo de água", explica a professora.

É evidente que há uma variação constante do clima, o que acontece, de acordo com Mônica, é uma incompatibilidade na velocidade com que essas mudanças ocorrem e o que os sistemas estão preparados para detectarem. "O clima varia constantemente como, por exemplo, na temporada de furacões que aconteceu recentemente nos EUA, deixando centenas de mortos em consequência de catástrofes naturais. Isso prova que nossos sistemas não estão preparados para prever as mudanças climáticas", observa. "Discutir essa temática é muito importante para nos prepararmos e nos adaptarmos, objetivando um controle maior da situação para assumir os riscos dessas mudanças no clima", salienta.

O médico Paulo Saldiva foi polêmico em sua apresentação. Ele começou a palestra destacando o impacto das ações humanas sobre os próprios humanos, analisando o efeito das mudanças climáticas na saúde de cada indivíduo. "O pulmão de um não-fumante se equipara ao de um fumante na cidade de São Paulo", compara.

Segundo o médico, as condições ambientais são muito importantes para evitar doenças respiratórias e doenças relacionadas à poluição das águas, como a cólera. "Para que haja uma mudança de atitude da sociedade, é necessário você falar o que traz de benefício para cada indivíduo", explica.

Finalizando o segundo dia de palestras, o tenente-coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, representante do Batalhão de Policiamento de Florianópolis, em Santa Catarina, explicou como foi feito o plano de ação da defesa civil no grande desastre que atingiu a cidade em 2008. "Não há dúvida que as mudanças climáticas - que estão acontecendo em todo mundo - estão aumentando a intensidade dos eventos naturais", salienta.

Segundo o tenente, o fator de transformação põe à prova a lógica para prevenção e preparação dos desastres. "Isso faz com que todas as estruturas que temos atualmente, tenham que se preparar a fim de suportar os impactos dessas mudanças para não acontecer o que aconteceu em Santa Catarina em 2008 ou no Rio de Janeiro no começo desse ano", explica. "O que precisa ser discutido com autoridades e em conferências como esta, é até que ponto os parâmetros que estamos utilizando continuam adequados aos novos regimes de chuvas e alagamentos, e com isso percebemos que precisamos de mudanças nos padrões técnicos, pois não adianta reconstruir o risco", finaliza.

 
Seminário "Mudanças Climáticas e as Interfaces com Saneamento" marca a criação da Câmara Técnica para fomentar o tema PDF Imprimir E-mail
Sex, 03 de Junho de 2011 13:53

Por Fernanda Faustino

 

Durante os dias 25, 26 e 27, a ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, realizou o seminário "Mudanças Climáticas e as Interfaces com o saneamento". Com o enfoque multidisciplinar, o evento reuniu especialistas de várias áreas – entre elas saúde, meio ambiente, saneamento, setor financeiro, empresas de consultoria, entre outras – com o objetivo de fomentar discussões para gerar soluções para um tema que começa a ganhar profundidade no Brasil e no mundo pelos visíveis impactos à humanidade.

Durante a abertura, Dante Ragazzi Pauli, presidente da ABES-SP, enfatizou a satisfação em realizar um evento para discutir as questões ligadas às mudanças climáticas. “É com muita alegria que tivemos a idéia de fazer esse evento que nos possibilita trazer profissionais de várias áreas para discutir essa temática e trazer questões que vão além do saneamento”, destaca o presidente.

Também na abertura do evento, que contou com 160 congressistas, a ABES-SP instaurou a criação  da “Câmara Técnica de Mudanças Climáticas” com o objetivo de capacitar pessoas, – para ganhar profundidade intelectual que o tema exige – fomentar as questões ligadas ao tema que são cada vez mais visíveis à sociedade, e fortalecer as redes de cooperação ao combate das mudanças climáticas no mundo.

O evento começou com um painel para relatar o cenário atual e o possível futuro das mudanças que estamos vivendo no Brasil.

Washington Luiz Rodrigues Novaes, jornalista especializado em temas ambientais, relatou que a área do saneamento tem muito a ver com o que vai acontecer na questão dos recursos hídricos. “Essa é uma área que está se agravando e isso tem muita influência quando notamos que há lugares no mundo onde o fluxo hídrico está se reduzindo, por exemplo, em função do derretimento de geleiras”, observa.

Segundo o jornalista, os desastres climáticos geram uma porção de problemas. Como, por exemplo, nas barragens, onde a estrutura é feita para comportar uma determinada quantidade de fluxo d´água. “Na última temporada de chuvas houve inundações por causa dos ajuzantes. Temos, também, uma previsão dos níveis de elevação do oceano e os eventos externos serão cada vez mais freqüentes”, explica.

De acordo com Novaes, nós vivemos em um tempo novo onde não se trata mais de proteger o meio ambiente, mas de sobreviver.

O grande problema brasileiro, segundo ele, é o de mudanças “mitigação e adaptação às mudanças que já estão acontecendo ainda são um grande dilema para nós brasileiros”, salienta. “Para que haja essa adaptação você precisa ter instituições que proporcionem isso aos demais setores da sociedade. Nós só estamos começando fazer uma política de prevenção contra os fenômenos naturais agora”, relata.

No mesmo painel, o palestrante José Domingos Gonzáles Miguez, coordenador geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério de Ciência e Tecnologia, trouxe o panorama das negociações internacionais sobre as mudanças climáticas e ressaltou as perspectivas para cenários futuros. “Isso implica em fazer um sistema de aumento de informação e capacitação, além de manter esse esforço cada vez mais e com mais intensidade”, explica.  “O problema cumulativo cresce muito rápido, a cada ano tem-se um aumento considerável de GEE – gases de efeito estufa. Precisamos cumprir as medidas de redução previstas, por exemplo, na Política Nacional de Mudanças Climáticas”, salienta.

O painel sobre Políticas Públicas, que apresentou as principais políticas e regulamentações, repercussões para o saneamento básico para processos de financiamento e investimentos, licenciamento ambiental, outorga e tecnologias, começou com a palestra de João Wagner da Silva Alves, engenheiro da área de clima e energia da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, que explicou que o inventário de emissões de GEE é uma prática relativamente nova. “Essa tarefa foi assumida quando os países de todo o mundo ratificaram a Convenção do Clima, adotada na Rio 92. O setor de gestão de resíduos é um dos cinco setores elencados pelo método adotado internacionalmente e que foi elaborado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima) que cacacterizam as emissões de um país, região ou estado”, ressalta.

De acordo com Alves, esse inventário das emissões de GEE do Estado de São Paulo é fundamental, pois mostra as conclusões de um estudo de três anos que permite definir as prioridades de ação em nível estadual. “O principal é assegurar a compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a proteção do sistema climático”, ressalta.

Oswaldo Massambani, representante da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e da Prefeitura Municipal de São Paulo, falou, no mesmo painel, sobre as políticas públicas voltadas para as Mudanças Climáticas no Estado de São Paulo, e alertou que a variabilidade da meteorologia em São Paulo está sob risco de problema da alteração climática. “Precisamos ter estratégias focadas na mitigação e na adaptação, são nesses pontos que as políticas públicas tem que ser focadas em São Paulo”, explica. O painel seguinte foi: “Mecanismos de Mercado” e apresentou os mecanismos existentes para auxiliar empresas a mitigar e compensar os impactos gerados por elas.

A palestrante Juliana Campos Lopes, representante da Fábrica Éthica Brasil, falou acerca do “Carbon Disclosure Project” que é um questionário, formulado por investidores institucionais e endereçado às empresas listadas nas principais bolsas de valores do mundo, visando obter a divulgação de informações sobre as políticas de mudanças climáticas. “O foco desse projeto é se antecipar à um cenário regulatório, que começa a ser exigido em função das constantes mudanças geradas pelo aquecimento global”, observa.

Rachel Bidermann, coordenadora do Curso de Gestão para o Baixo Carbono na FGV – Fundação Getúlio Vargas explicou sobre a plataforma EPC –Empresas pelo Clima que tem como objetivo aglomerar empresas de vários setores – englobando o saneamento – com o objetivo de reduzir as emissões de GEE. “Dentro da plataforma, procuramos criar possibilidades para que as empresas se tornem cada vez mais transparentes”, salienta.

De acordo com a coordenadora, o programa visa, além de assessorar as empresas, a adoção de políticas públicas para criar um ambiente regulatório no país. “Um setor engajado nas políticas públicas de emissão é um setor que reduz as emissões”, analisa.

A palestrante Adriana Sanches dos Santos, representante da BM&FBOVESPA, falou sobre a construção do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial, cuja missão é ser composto por empresas que se destacam em Responsabilidade Social implantando a sustentabilidade a longo prazo. “A nossa idéia é ter uma metodologia evolutiva e o índice teve uma adesão fantástica desde que começou a ser trabalhado”, conclui.

 
Morre engenheiro Horst Otterstetter PDF Imprimir E-mail
Seg, 30 de Maio de 2011 12:21

Com profundo pesar comunicamos o falecimento do Engenheiro Horst Otterstetter, ocorrido no domingo, 22 de maio de 2011, aos 71 anos de idade. Na OPAS/OMS foi Diretor da Divisão de Saúde e Ambiente durante o período de 1993 a 1999 e anteriormente, assessor Regional para Desenvolvimento Institucional e de Recursos Humanos. Durante os anos 1969 a 1980 exerceu vários cargos destacados no Brasil, em especial na CETESB-SP - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo.

 
REGULAMENTO – CONCURSO CULTURAL PDF Imprimir E-mail
Sex, 27 de Maio de 2011 10:23

 

REGULAMENTO – CONCURSO CULTURAL MELHORES FRASES “OS JOVENS PROFISSIONAIS DO SANEAMENTO DEVEM ASSOCIAR-SE A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL – ABES PORQUE...”

1. DO CONCURSO

1.1. Este concurso cultural de frases, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES/ Seção São Paulo, CNPJ n°33.945.015/0002-62 tem como objetivo a divulgação do Programa Jovens Profissionais do Saneamento – JPS no Estado de São Paulo.

1.2. Este concurso tem caráter exclusivamente cultural e recreativo, sem qualquer modalidade de sorte ou pagamento pelos participantes, nem vinculo à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, de acordo o art. 3º, II, da Lei nº 5.768/71, e art. 30 do Decreto n° 70.951/72.

1.3. Poderão participar do concurso todos os estudantes de graduação ou pós-graduação, de faculdade pública ou privada, que estejam cursando o penúltimo ou último ano, e todos os profissionais até 35 anos que atuam na área de saneamento e ambiente.

2. DAS INSCRIÇÕES

2.1. O tema proposto para o concurso de frase é “Os Jovens Profissionais do Saneamento devem associar-se à Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES porque...”.

2.2. Não haverá taxa de inscrição.

2.3. A inscrição somente poderá ser feita individualmente, sendo vedada a inscrição com mais de um autor, no período de 01 de junho de 2011 a 08 de julho de 2011.

2.4. As inscrições deverão ser feitas por meio do envio da frase e dados pessoais (nome completo, data de nascimento, CPF, endereço, telefone, e-mail, instituição de ensino ou empresa, curso ou profissão) para o e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . O participante deverá redigir uma frase de sua autoria, contendo no máximo 200 caracteres, sobre o tema proposto.

2.5. Não haverá limitação no que se refere à quantidade de frases submetidas ao concurso, sendo possível a inscrição de quantas interessem aos participantes.

2.6. As frases não poderão conter indicação de sua autoria.

2.7. Não serão aceitas inscrições fora do prazo.

2.8. A inscrição do participante implicará em total conhecimento e aceitação das regras estabelecidas neste regulamento.

2.9. O participante possui responsabilidade integral por manter seus dados cadastrais e pessoais atualizados e corretos. Caso seja impossível a localização de um ganhador com base em referidos dados, o ganhador será automaticamente desclassificado.

3. DA CLASSIFICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO RESULTADO

3.1. Todas as frases inscritas serão analisadas por uma comissão julgadora formada por 02 representantes da Diretoria da ABES-SP e 04 representantes do grupo coordenador do Programa Jovens Profissionais do Saneamento no Estado de São Paulo.

3.2. Os critérios usados para avaliação das frases serão: adequação ao tema proposto, originalidade e criatividade.

3.3. A decisão final sobre a escolha das frases vencedoras é inquestionável e irrecorrível.

3.4. Os contemplados serão notificados por telefonema e e-mail, para o número de telefone e e-mail indicados na inscrição ou, na impossibilidade, através de telegrama enviado para o endereço também fornecido na inscrição, quando será solicitado a comparecer no dia 03 de agosto de 2011 no pavilhão branco da Expo Center Norte em São Paulo – SP no horário informado, munido de documento de identificação.

4. DA PREMIAÇÃO

4.1. O autor da melhor frase inscrita no concurso receberá como prêmio a viagem e inscrição para participar do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental no período de 25 a 29 de setembro de 2011 em Porto Alegre/RS, respeitando as seguintes condições:

  • A viagem deve ter a data agendada entre o dia 24 e 30 de setembro de 2011;
  • O vencedor não terá direito à acompanhante;
  • Estão inclusas nas despesas de viagem, as diárias de hotel com café da manhã.

4.2. Os autores das outras três frases selecionadas receberão um brinde da ABES-SP e certificado de participação.

A entrega do prêmio será no dia 03 de agosto de 2011 no encerramento do XXII Encontro Técnico AESABESP e XXII FENASAN – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, no pavilhão branco da Expo Center Norte em São Paulo – SP, localizado na Rua José Bernardo Pinto, 333, Zona Norte de São Paulo, de 01 a 03 de agosto de 2011.

4.3. O vencedor deverá, a seu critério, providenciar seu próprio transporte de ida e volta ao local de retirada do prêmio.

4.4. Quaisquer despesas efetuadas pelo vencedor do Concurso Cultural, não previstas neste regulamento, serão arcadas exclusivamente pelo vencedor.

4.5. O vencedor deverá apresentar documento de identidade original ou cópia autenticada, para comprovar sua identidade para a efetiva entrega do prêmio além de providenciar a assinatura do Termo de Quitação de Entrega do Prêmio, logo após a entrega dos prêmios, que ficará em posse da ABES-SP.

4.6. O prêmio é individual e intransferível. Em nenhuma hipótese poderá o vencedor trocá-lo ou recebê-lo em dinheiro.

4.7. O direito ao prêmio, não reclamado, expirará em 30 de agosto de 2011, em função da realização do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental no período de 25 a 29 de setembro de 2011 em Porto Alegre/RS.

5. DOS DIREITOS AUTORAIS

5.1. A ABES-SP não se responsabiliza perante terceiros caso haja inscrição de frase sujeita a direito autoral, sendo de total responsabilidade do inscrito, responder em juízo ou fora dele por eventual utilização de frase que viole direito alheio.

5.2. Ao realizar a inscrição, o participante declara ceder a todo e qualquer direito autoral material relativo à utilização e veiculação da frase em todo e qualquer tipo de mídia e de toda e qualquer forma que seja conveniente à ABES-SP, sem necessidade previa notificação, e independente do pagamento de quaisquer valores.

6. DA COMISSÃO ORGANIZADORA e JULGADORA

6.1. A Comissão Organizadora será composta pelos membros da coordenação do Programa Jovens Profissionais do Saneamento – JPS no Estado de São Paulo.

6.2. A Comissão Organizadora é responsável pela coordenação de todo o projeto e a supervisão de sua execução.

6.3 A Comissão Julgadora será formada por 02 representantes da Diretoria da ABES-SP e 04 representantes do grupo coordenador do Programa Jovens Profissionais do Saneamento no Estado de São Paulo.

6.4. A Comissão Julgadora será soberana e irrecorrível em suas decisões, não cabendo aos participantes a contestação do resultado.

7. DO PROCEDIMENTO, JULGAMENTO E RECURSO

7.1. A Comissão Julgadora ira reunir-se no período de 09 de julho de 2011 à 22 de julho de 2011 na sede da ABES-SP para avaliação dos trabalhos.

7.2. A Comissão Julgadora avaliará e atribuirá nota de 01 (um) a 10 (dez) para o conteúdo, considerando a adequação ao tema, originalidade e criatividade.

8. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

8.1. Não poderão participar deste concurso empregados da ABES, membros da Diretoria da ABES e Subseções, membros do grupo de coordenação do Programa Jovens Profissionais e seus respectivos parentes em 1º grau (pai, mãe, irmão, irmã, filho ou filha) e quaisquer outras pessoas envolvidas diretamente na execução deste concurso cultural.

8.2. Fica autorizada pelos candidatos a utilização do nome, da imagem e da voz para fim de divulgação em qualquer meio de comunicação, sem ônus relativos a direitos autorais.

8.3. A ABES-SP não será responsável por quaisquer despesas de natureza médico-hospitalar, ambulatorial ou com medicamentos, efetuadas pelo vencedor no curso ou em decorrência dos eventos previstos neste Concurso Cultural.

8.4. A ABES-SP poderá, a seu exclusivo critério, a qualquer tempo, se julgar necessário, alterar as regras constantes deste Regulamento mediante comunicação pública de tais mudanças no site www.abes-sp.org.br.

8.5. A simples participação neste Concurso Cultural implica na total concordância com o presente Regulamento, servindo ainda como declaração de que o vencedor não possui qualquer embaraço fiscal, legal ou outro que o impeça de receber e/ou usufruir os prêmios.

8.6. Serão automaticamente desclassificadas as frases que não tiverem associação com o tema ou que infringirem qualquer outra especificação deste regulamento.

8.8. Pontos não abordados neste regulamento serão decididos pela comissão organizadora, conforme necessidade.

8.9. Quaisquer dúvidas a respeito deste concurso poderão ser esclarecidas pelo telefone 11 3814 1872 (Kleber ou Elis) ou pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

8.10. Em caso de suspensão ou cancelamento do concurso motivado por caso fortuito ou força maior, não será devido qualquer pagamento ou indenização aos participantes, as frases já cadastradas ficarão sujeitas aos termos deste regulamento.

 

 
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