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Notícias
ABES-SP participa de encontros da Série Diálogos Urbanos PDF Imprimir E-mail
Sex, 07 de Outubro de 2011 10:10

No dia 1 de setembro de 2011 foi realizado o primeiro encontro da série Diálogos Urbanos. A iniciativa visa se consolidar como um espaço de diálogo entre as organizações e lideranças atuantes na área, se tornando um espaço de articulação de opiniões com o objetivo de solucionar questões urbanísticas da cidade de São Paulo integrando esforços entre as entidades participantes.

“É sempre um dia bom quando pessoas de bem se encontram para discutir a melhoria da cidade”, com essas palavras o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogério Amato, iniciou o primeiro workshop da série.

O presidente destacou o foco na necessidade de organização da sociedade para a solução de seus problemas. “Eu não acredito em salvadores da pátria, ou uma organização para salvar a todos. Existe hoje o incêndio lento e silencioso da violência da corrupção, da marginalização e é só a mobilização da sociedade que pode apagar esse incêndio”, ressalta.

O objetivo do primeiro encontro foi identificar os temas primordiais para o desenvolvimento sustentável do município de São Paulo com foco em melhorar a qualidade de vida de seus habitantes.

Reynaldo Young Ribeiro, representante da ABES-SP nos encontros, destaca a importância da iniciativa. “A participação de representantes de vários segmentos da sociedade paulistana, não só de entidades representativas do poder público municipal e estadual, bem como, do comércio, da indústria, das universidades e da sociedade civil urbana como um todo”, coloca

A participação nos diálogos gera possibilidade dos participantes: realizarem a análise de temas propostos; definirem linhas de atuação estratégica; e criarem grupos de trabalho.

De acordo com a proposta de trabalho, para que haja o desenvolvimento sustentável é necessário articulação, parcerias, discussão conjunta, ampliação das perspectivas e atuação em rede, de maneira a considerar os desafios, bem como as possibilidades que a cidade oferece.

Para Ribeiro, a proposta de trabalho do grupo vai de encontro com os propósitos da Associação. “A ABES, como uma entidade representativa do setor de saneamento e meio ambiente do Estado de S. Paulo, procura cumprir sua missão institucional se envolvendo nas discussões de problemas relacionados ao meio ambiente urbano, sempre com foco na melhoria da qualidade de vida da presente e das futuras gerações”, salienta.

Dentre as entidades empresariais que participam do grupo estão: ABECIP – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança; ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental; ACSP – Associação Comercial de São Paulo; ANJ – Associação Nacional de Jornais; ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos; APEOP – Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas; ASBEA – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura; entre outros.

 
Terceiro Encontro Técnico Latino-Americano de Alto Nível sobre Gestão de Resíduos Sólidos PDF Imprimir E-mail
Sex, 30 de Setembro de 2011 16:06

“Se continuarmos com o mesmo padrão de consumo, em 2050 precisaremos de dois planetas”, alertou Lucio Di Domenico, diretor técnico da Descarte Certo do Grupo Ambipar que ministrou a palestra sobre “Logística Reversa e Manufatura de Eletroeletrônicos” durante o Terceiro Encontro Técnico Latino-Americano de Alto Nível sobre Gestão de Resíduos Sólidos, realizado nos dias 22 e 23 de setembro de 2011, na sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, em São Paulo, SP. O evento trouxe aos participantes as últimas tendências na gestão dos resíduos na América Latina e no Caribe.

Durante o encontro foram debatidos vários aspectos sobre a gestão de resíduos sólidos. Entre eles: as políticas do Brasil e do Estado de São Paulo para a gestão dos resíduos sólidos; a forma de implantação da “logística reversa” no Estado de São Paulo segundo o protocolo de intenções firmado entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo e a Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; os resultados do projeto “Avaliação Regional de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos Urbanos na América Latina e Caribe – 2010”; apresentação de soluções e caminhos para a adequação de responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos pós-consumo; apresentação da sistemática prevista para a implantação de UREs – Unidade de Recuperação Energética de resíduos sólidos urbanos. 

O encontro mostrou que, apesar da questão da gestão de resíduos sólidos no Brasil ter sido regulamentada há menos de um ano, muitas ações estão sendo realizadas pelas organizações, bem como a sociedade também vem adquirindo uma posição mais ecologicamente correta.

De acordo com Di Domenico, o Brasil tem uma população que se dispõe a pagar até 8% a mais por um produto ecologicamente correto. “Isso prova que o país tem a oportunidade de ser um país protagonista da revolução ambiental”, observou.

Elthon Gloeden, do Departamento de Áreas Contaminadas da Cetesb – Companhia Ambiental de São Paulo, expôs sobre a temática: “Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo”. Ele explicou que o gerenciamento é um conjunto de medidas para conhecer as áreas contaminadas que possibilitam minimizar danos e riscos dos bens a proteger.  As etapas do gerenciamento são: identificar áreas com o potencial de contaminação; avaliação preliminar; investigação detalhada; avaliação do risco; plano de intervenção do processo de remediação. “Houve evolução no contexto de áreas contaminadas e, hoje, temos ferramentas melhores para gerenciar esse assunto”, explicou.

Anualmente, a Cetesb publica uma lista com áreas contaminadas e entre as áreas detectadas recentemente está a do Shopping Center Norte, que, por ter sido construído em cima de um antigo lixão, tem a presença forte de gás metano.

Clélia Marcondes Smith, diretora executiva da Ecóleo, ministrou palestra sobre a “Logística Reversa do Óleo Comestível” e expôs a importância da destinação correta do óleo usado.

Segundo ela, caso não ocorra a destinação correta o resíduo pode causar: entupimento dos canos; impermeabilização das caixas de passagem e fossas sépticas; contaminação de rios e lagos impedindo a oxigenação – que pode causar o fim de algumas espécies de peixes e plantas aquáticas. “Com o processo de reciclagem, há geração de renda em todas as fases da coleta”, ressaltou Clélia.

O moderador das palestras da parte da manhã, Alfredo Rocca, da Cetesb, alertou sobre o momento que o mundo está vivendo. “Estamos em um momento que precisamos poupar recursos naturais. Hoje não dá mais para falar em resíduos sem integrar todos os atores da cadeia”, observa.

Dando início às palestras na parte da tarde, Marcelo Morgado, assessor de Meio Ambiente da Sabesp, e Genivaldo Inacio, encarregado de Operação da Estação de Tratamento de Esgoto ABC da Sabesp, ministraram a palestra “Caracterização do lixo que chega às ETEs via rede de esgotos”.

De acordo com Inacio, o que precisa mudar é a conscientização da população. “Muitos dos resíduos que chegam às ETEs demonstram que ainda falta conscientização ambiental de algumas pessoas”, salienta.

Elcires Pimenta, coordenador de Projetos da Fesp-SP – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, abordou em sua palestra o tema “Implantação de modelos de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos visando a recuperação energética”.

De acordo com ele, cada modelo de gerenciamento tem a sua especificidade e a discussão de reaproveitamento energético se coloca em vários conceitos. “Até encontrar-se um local adequado, o resíduo sólido ‘passeia’ por São Paulo para ser disposto e isso, certamente, não é barato, uma vez que os custos de transporte e disposição final de resíduos sólidos em aterros sanitários estão cada vez mais caros”, atentou.

Além disso, Pimenta apresentou algumas alternativas para fazer com que haja recuperação energética no processo de gerenciamento de resíduos. Entre elas existe a disposição em aterros com recuperação de biogás, na qual é feito o tratamento biológico, mecânico e térmico.

Suani Teixeira Coelho, secretária executiva do Centro Nacional de Referência em Biomassa CENBIO/ IEE / USP, falou sobre a temática “Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos”.

De acordo com ela, os aterros com tecnologia biogás são uma boa opção para aliar eficiência energética à problemática dos resíduos sólidos, no entanto há algumas dificuldades para a produção de mais unidades de aterros com tecnologia do biogás. Entre elas, Suani discorreu sobre a dificuldade de encontrar novas áreas adequadas para a construção, principalmente em São Paulo; rejeição da sociedade – pois ninguém quer ter um aterro perto de casa; e a vida útil do aterro que é de, aproximadamente, 20 anos.

Conforme Suani, o cenário atual é que mesmo pagando tarifas, há dificuldades para licenciar os aterros. “As possíveis soluções para tratamento de resíduos são a compostagem para resíduos orgânicos, digestão anaeróbica e incineração” contou. “Não há uma solução única para tratamento de resíduos. Precisamos de mais políticas públicas e tecnologias eficientes para que sejam possíveis encontrarmos, cada vez mais, soluções para o problema de resíduos sólidos”, finalizou.

Ainda participaram do evento os palestrantes: Maurício Izidoro, da Sabesp; Gabriela Nenna Ferraresi, da Cetesb; Marcos Alejandro Badra, do Grupo Ambipar; Rubens Rizek, da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo; Otávio Okano, da Cetesb; Rafael Dautant, da Aidis; Antonis Mavropaulus, da ISWA; Pilar Tello, da Aidis; Gilmar Altamirano, da Uniágua; representantes da Opas – Organização Pan-Americana de Saúde; BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento; Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; Felsberg & Associados.

 

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Discussões preparatórias para Conferência Rio+20 encerram ciclo de painéis no Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Setembro de 2011 12:02

“O derretimento das geleiras no Ártico e na Groenlândia, o aumento da intensidade dos furacões, a entrada do Brasil na rota de ciclones, a subida do nível do mar e o aumento do número de mortes em todo o Mundo evidenciam que o planeta está em colapso e precisamos agir rápido”. O alerta é do ex-presidente da Abes, Luiz Otávio Mota Pereiro, um dos participantes do painel “Da Eco 92 à Rio+20”, que encerrou o ciclo de palestras do Congresso da Abes, na FIERGS. 

Segundo Luiz, as alterações climáticas devem centralizar os debates da Conferência Rio+20, marcada para junho de 2012 no Rio de Janeiro, e podem influenciar decisões sobre assuntos polêmicos no Brasil, como a usina de Belo Monte. “Depois da Agenda 21, compromisso assinado pelos 177 países da Eco 92, a sustentabilidade ganhou corpo e muitos governantes pensam duas vezes antes de fazer grandes empreendimentos”, ressaltou o engenheiro, que foi presidente da ABES entre 1990 e 1992.

A excelência na gestão do saneamento para a universalização foi apontada como uma das grandes soluções para frear o processo predatório das sociedades humanas sobre o meio ambiente. “Para alcançarmos esta excelência, temos que eliminar alguns inimigos como a burocracia, as complicações jurídicas e os projetos mal feitos que hoje travam grandes obras de saneamento no Brasil”, acrescentou a atual presidente da Abes, Cassilda Teixeira, que coordenou o painel.

Lineu Alonso, presidente da Abes entre 1988-1990, lamentou que a questão do saneamento ainda não seja uma prioridade no Brasil. “No meu mandato, o celular ainda nem existia aqui. Hoje o País totaliza 250 milhões de aparelhos. Porque conseguimos evoluir tanto em algumas áreas e em outras patinamos? Em parte é porque a população desconhece o assunto saneamento”, refletiu. 

Estudos mostram que para cada R$1 milhão investidos em saneamento, surgem 30 empregos diretos e 20 indiretos. Se o Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico for implementado, os R$420 bilhões previstos até 2030 podem gerar 500 mil novos empregos por ano.

Também estiveram presentes no painel os ex-presidentes da Abes Walter Pinto Costa (1984-1986), Nelson Luiz Nucci (1986-1988) e José Aurélio Boranga (2004-2008). Os painelistas relataram as dificuldades que enfrentaram durante suas gestões para colocar o desenvolvimento sustentável em pauta. 

Semana da Água

Durante o painel “Da Eco 92 à Rio+20”, a ABES-RS lançou a 18ª Semana Interamericana da Água e 11ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, promovida em parceria com diversas entidades governamentais e não governamentais, será lançada oficialmente pela presidente da Abes. A apresentação foi feita pela presidente da seção gaúcha da Abes, Nanci Begnini Giugno. 

A Semana da Água ocorre de 1º a 8 de outubro de 2011, em todo o Rio Grande do Sul, com ampla participação da comunidade, especialmente crianças em idade escolar. A coordenação da Semana da Água utiliza diversos meios para se comunicar com a população e mostrar que é imprescindível para a própria sobrevivência conservar e proteger os mananciais de água, as nascentes, os arroios, rios, lagoas e banhados.  

 
Maior feira de Saneamento da América Latina supera as expectativas em Porto Alegre PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Setembro de 2011 11:52

Após quatro dias de intensa movimentação no Centro de Eventos da Fiergs, a maior feira de saneamento ambiental da América Latina, a Fitabes 2011, se despede da capital gaúcha celebrando o sucesso da edição.

Os visitantes conheceram novas tecnologias de ponta, além de produtos inovadores e serviços de extrema qualidade. “Todas as expectativas que tínhamos foram superadas. Redes de relacionamento foram reforçadas e ampliadas, negócios foram gerados e o público que compareceu era formado por profissionais qualificados, muito interessados em conhecer as novidades do mercado e dispostos a melhorar o setor”, avalia a gerente de negócios da Fagga | GL exhibitions, empresa que promove e organiza o evento, Claudia Leon.

Para retribuir a relação de confiança, a Fagga promoveu a escolha do estande destaque, através de voto popular. Este ano, a premiação foi entregue para a empresa Sanepar, que projetou – de forma criativa e sustentável – todo o seu espaço com galões de água mineral.
Os resultados alcançados com a Fitabes 2011 são todos positivos, e já projetam um cenário promissor para a próxima edição, que acontecerá na cidade de Goiânia, entre os dias 15 e 18 de setembro de 2013. “O interesse de nossos clientes nacionais e internacionais cresce a cada biênio. Este ano tivemos expositores da Alemanha, Itália, Cingapura, Estados Unidos, Polônia, Espanha e Portugal, o que é o reflexo do excelente momento vivido pelo setor, que a cada dia recebe a atenção merecida pelos governos e entidades privadas”, destaca Leon.

A feira acompanha o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que já está em sua 26ª edição, no qual autoridades como o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, debateram com renomados profissionais novas técnicas do setor em palestras, painéis e mesas-redondas, os mais variados temas do mercado.

 

 
Países da América Latina trocam experiências na área de saneamento rural durante Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 16:55
Representantes de empresas de saneamento do Chile, Peru, Paraguai e Brasil participaram nesta quarta-feira, 28 de setembro de 2011 de um debate sobre as alternativas existentes para que o saneamento básico chegue ao meio rural de forma economicamente viável e ecologicamente sustentável. O painel “Saneamento Rural Sustentável: Uma Oportunidade para o Desenvolvimento Local” faz parte da programação do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que ocorre na FIERGS, em Porto Alegre.
  
O diretor regional do Programa de Água e Saneamento para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Glenn Pearce-Oroz, expôs a importância da gestão integrada no processo de universalização no campo.  “Implementar um modelo de gestão que integre saneamento, educação, saúde e viabilidade econômica é um caminho seguro e plenamente possível para o desenvolvimento sustentável do meio rural”, salienta.
 
Um dos exemplos apresentados mais elogiados pelos congressistas veio do Peru, onde governo e iniciativa privada, com apoio da Suíça, trabalharam na capacitação dos produtores rurais para a construção de cisternas, no fomento de escolas para o combate ao trabalho infantil e em cursos técnicos para as mulheres do campo. “Estamos alcançando grandes avanços, principalmente porque as crianças do campo estão aprendendo a usar os recursos de forma consciente e sustentável”, comemorou Cesarina Quintana, oficial nacional do Programa de Cooperação Suiça – COSUDE.
 
Também participaram do painel a coordenadora de Saneamento Rural da ABES, Mônica Bicalho Pinto Rodrigues, a diretora de Assuntos Sociais e Organização Comunitária do Serviço Nacional de Saneamento Ambiental do Paraguai (SENASA), Mirian Lorena Mancuello Medina; o superintendente da Unidade de Negócios Baixo Tietê e Grande da Sabesp, Antonio Rodrigues da Grela Filho; o gerente de Saneamento Rural da Companhia de Água e Esgoto do Ceará, Helder dos Santos Cortez; o chefe da Unidade de Gestão Comunitária do Ministério de Obras Públicas do Chile, Miguel Pantoja.
 
18ª Semana Interamericana da Água é lançada no Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 15:01
A campanha da 18ª Semana Interamericana da Água e a 11ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, promovida pela ABES-RS - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental em parceria com diversas entidades governamentais e não governamentais, será lançada oficialmente por Cassilda Teixeira de Carvalho, presidente da ABES, e pela presidente da seção gaúcha da Associação, Nanci Begnini Giugno, durante a realização do painel "Da Eco 92 à Rio+20", no 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontece das 14h às 16h desta quarta-feira, 28 de setembro, no Teatro do Sesi.
 
A Semana da Água ocorre de 1º a 8 de outubro de 2011, em todo o Rio Grande do Sul, com ampla participação da comunidade, especialmente crianças em idade escolar. A coordenação da Semana da Água -feita pela ABES-RS em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente -utiliza diversos meios para se comunicar com a população e mostrar que é imprescindível para a própria sobrevivência conservar e proteger os mananciais de água, as nascentes, os arroios, rios, lagoas e banhados.
 
Com o tema "De onde vem a água que usamos?", o evento visa refletir sobre o percurso da água e sobre o impacto que o uso inadequado desse recurso pode provocar ao longo do caminho.
 
Pela primeira vez este ano, o programa é organizado por bacias hidrográficas, regiões em que toda a água converge para um mesmo curso principal.  O Rio Grande do Sul tem 25 bacias hidrográficas, e cada uma tem um Comitê com representantes dos usuários da água, da população da bacia e também do Estado, que é o gestor e proprietário das águas.
 
O objetivo da Semana da Água é ajudar a alcançar as metas estabelecidas pela comunidade internacional, contidas na Agenda 21 e na Declaração do Milênio (até 2015, reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento básico no planeta).

As ações promovidas na Semana da Água visam: discutir e aprofundar questões relativas à água, em todos os níveis; impulsionar a execução de programas e projetos em defesa da água; e incentivar a cooperação entre as pessoas, para que cada um faça a sua parte em favor da sustentabilidade.

ÁGUA, QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA
  

Música, teatro, cinema, oficinas, visitas, passeios, rodeios, desfiles, rituais, exposições, painéis, cursos, palestras, conferências, seminários, recitais, concertos, trilhas, passeatas, mutirões e abraços aos mananciais: tudo isto está programado para mostrar que é imprescindível respeitar a natureza.
No Brasil, a Semana Interamericana da Água foi celebrada pela primeira vez em 1994, no Rio Grande do Sul. Foi inspirada no Dia Interamericano da Água, criado pela Opas (Organização Panamericana da Saúde) e pela Aidis (Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental) no XIII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental (em Cuba, 1992).
Após a primeira celebração do Dia Interamericano da Água, a ABES considerou que o período era muito curto, instituindo, então, a Semana da Água, que é promovida todos os anos no início da primavera.No ano passado houve mais de 1.400 atos desenvolvidos nas cidades e na zona rural por instituições e empresas ligadas ao saneamento, escolas, centros de tradições, clubes de serviço, ongs, comitês de bacia e prefeituras, Brigada Militar e outras entidades interessadas na preservação do ambiente natural. Mais de um milhão de pessoas participaram da organização das atividades ou assistiram às apresentações.
 
ABES e ANA assinam convênio para troca de informações no gerenciamento de recursos hídricos PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 17:26

A ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental e a ANA – Agência Nacional de Águas firmaram um convênio, na manhã desta terça-feira (27/09), para troca de informações na área de gerenciamento dos recursos hídricos. O acordo foi firmado durante um painel sobre o tema, apresentado no Congresso da ABES, que acontece na FIERGS até quarta-feira (28/09), que apresentou propostas e soluções para a modernização nos planejamentos de uso de rios e bacias hidrográficas em território nacional.

O diretor da ABES-RS, Paulo Renato Paim, disse que um dos maiores desafios para melhoria da gestão de água no Brasil é a desburocratização de alguns processos e a união entre municípios. “Cada município tem uma forma de administrar os recursos hídricos, e isto é um equívoco, visto que muitas cidades fazem uso de uma mesma bacia hidrográfica. Ou seja, é preciso esquecer os limites municipais e ter um pensamento sistêmico quando falamos em gerenciamento de rios e bacias hidrográficas”, alertou.

Outra necessidade apontada durante o painel foi a de realizar o enquadramento e a correta classificação destes recursos para melhor planejamento do seu uso. Ao menos é o que defende o Dr. Carlos Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS. “o enquadramento dos recursos hídricos é uma forma de classificação que permite um melhor planejamento de metas e a conseqüente melhoria na qualidade dos usos da água”, avalia.

Também participaram do painel o presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo, o gerente de pesquisas da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Cleverson Andreoli, e o presidente do Comitê Taquari- Antas, Daniel Schmitz.

 
Governo reforça compromisso com saneamento durante o painel de abertura do 26º Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 17:01

O painel de abertura do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária Ambiental, realizado na manhã da última segunda-feira (26/09), no Teatro do SESI, apresentou diversos exemplos de investimentos realizados pelo poder público e pela iniciativa privada na área de saneamento e abastecimento.

Coordenado pela presidente da ABES, Cassilda Teixeira, o painel "Universalização do Saneamento: Desafios e Soluções para o Setor" foi aberto com a fala do Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que elogiou a iniciativa do Congresso de reunir projetos e soluções para o saneamento em busca da universalização. "A gestão privada tem plenas condições de apresentar soluções para a gestão pública", disse.

Tarso também destacou ser dever do Estado dar condições para que as empresas privadas possam cumprir com sua função social. "Os objetivos focados no lucro não afastam a empresa privada do Estado, pelo contrário, pois é a viabilidade de investimento que vai possibilitar a estas empresas cumprir sua função social", ponderou.

Já o Ministro das Cidades, Mário Negromonte, lembrou que o Congresso resgata uma dívida histórica do Governo Federal com o saneamento. "Um projeto bem feito já é metade do caminho andado para que as coisas saiam do papel. Estamos tentando diminuir a burocracia na aprovação de iniciativas privadas, que prejudicam principalmente os pequenos municípios", ressaltou.

O esforço conjunto entre as esferas municipal, estadual e federal em torno do Plano de Aceleração do Crescimento também foi exaltado por Negromonte. "Esta união tem ajudado na aceleração de obras e projetos de saneamento, para os quais estão previstos investimentos de R$ 40 milhões".

Ao trazer os primeiros "cases" do dia, o Prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, apresentou dados gerais sobre as obras do Projeto Socioambiental da Cidade (PISA) e do Sistema de Esgotamento Sanitário do Bairro Sarandi, que juntos devem elevar os índices de esgoto tratado dos atuais 27% para 80% até 2014. "Porto Alegre será uma das únicas capitais do Mundo a cumprir as metas do milênio antes do prazo", celebrou o prefeito. 

No entanto, para que os projetos avancem na área de saneamento, é preciso vencer alguns entraves no campo político. Ao menos é o que pensa o Diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Elvio Gaspar. "É preciso reconstruir o pacto entre governos Estaduais e Municipais. Não é possível que a discussão sobre quem deve aparecer nas obras ainda possa paralisar alguns processos deste setor", enfatizou.

Também participaram do painel o presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, Ricardo Augusto Simões Campos; a presidente da SABESP, Dilma Seli Pena;  e o presidente da FUNASA, Gilson de Carvalho Queiroz Filho. 

 
Autoridades marcam presença na abertura oficial do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental PDF Imprimir E-mail
Seg, 26 de Setembro de 2011 15:19

A Presidente do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Ellen Martha Pritsche, e a Presidente da sessão gaúcha da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Nanci Benigni, foram as anfitriãs da noite para receber os participantes do Congresso, aberto oficialmente no domingo, 25 de setembro, em Porto Alegre. O evento que acontece no Centro de Eventos da FIERGS, propõe inúmeros painéis que vão tratar de questões relacionadas ao saneamento, abastecimento de água, drenagem e administração dos recursos hídricos.

A presidente da ABES, Cassilda Teixeira de Carvalho, lembrou que a ideia do congresso é promover o intercâmbio de conhecimento tecnológico, científico e também cultural, contribuindo para a otimização dos recursos investidos no setor. “O Congresso tem um importante papel no setor. Ou seja, e necessário inovarmos tanto na contratação quanto na gestão dos processos da área”, afirmou Cassilda.   

O Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski representando o Ministério das Cidades do Governo Federal, registrou que o Congresso ajudará a atingir as metas aperfeiçoando o trabalho e profissionais do setor. Também falou sobre investimentos do PAC 2, no qual foi injetado 415 milhões de reias para 2011 até 2014. Para os próximos 20 anos será um total de 425 bilhões de reais investidos.  

Também estiveram presentes no evento o Representante do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduque - o Secretário de Habitação e Saneamento do Estado do Rio Grande do Sul, Marcel Frison - o Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do RS, Adão Vilaverde e o Diretor Geral do DEMAE, Flávio Presser, representando o Prefeito de Porto Alegre.

Excelência em Gestão

A falta de saneamento ainda atinge, direta ou indiretamente, 700 milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a presidente seção gaúcha da ABES, entidade promotora do evento, Nanci Benigni Giugno, é necessário gerar soluções para esta parcela da população e para a preservação do meio ambiente. “Enquanto pessoas sofrem com a falta de água e esgoto em alguns lugares do Brasil, em outros estamos habituados a um desperdício quase criminoso. E isto só se muda se mudarmos o pensamento e a forma de agir, que são questões culturais”, defende.

Por isto, o tema central do Congresso foca na “excelência da gestão como caminho para a universalização”. Painéis e expositores apresentam as últimas tecnologias e soluções nas áreas de abastecimento, esgoto, drenagem e resíduos sólidos, além de evidenciar a necessidade de investimentos em outras áreas como saúde e educação. O evento também deve evidenciar um excelente momento para tomada de decisões de governos municipais, estadual e nacional. “Muito se deixou de fazer no passado sob as mais diversas alegações, desde a discussão das melhores alternativas tecnológicas, falta de recursos frente a outras prioridades. Os problemas não foram sendo enfrentados de forma a acompanhar o crescimento desordenado das grandes cidades. Existem sim caminhos tanto de correção para os problemas existentes, como de ações preventivas ao surgimento de novas crises sócio-ambientais”, explicaa presidente da ABES/RS
A programação completa do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental está disponível no site da ABES (www.abes-dn.org.br).

Sobre a Fitabes

Maior evento de saneamento ambiental da América Latina, a Fitabes 2011 – IX Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental, além de alinhar Porto Alegre com uma das principais pautas do planeta, a sustentabilidade, irá atrair visitantes das diversas regiões do país.
Promovida pela Fagga | GL exhibitions, a feira conta com 265 expositores dos segmentos de: água, esgoto, resíduos sólidos, equipamentos, controle e proteção ambiental. A expectativa é que aproximadamente 9 mil pessoas cheguem à cidade para participar da Fitabes, sendo 40% oriundos da região sul. Saiba mais sobre a feira, acesse o site: www.fitabes.com.br.

Sobre o Congresso

Considerado pelo setor o maior evento de sane¬amento da América Latina e um dos três mais importantes do mundo, o 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sani¬tária e Ambiental vai receber cerca de 5 mil pessoas na capital gaúcha, de 25 a 29 de setembro de 2011.
Tendo como tema principal o “Saneamento Ambiental: a exce¬lência da gestão como caminho para a uni¬versalização”, durante cinco dias, profissionais e técnicos do setor participarão de mais de 20 painéis, reuniões de diálogo setorial, mesas redondas, visitas técnicas, seminários e de um grande fórum sobre “Política Nacional de Resíduos Sólidos”.

 

 
Dia Mundial Sem Carro e Dia do Tietê PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Setembro de 2011 22:39

O dia de hoje é muito especial para o meio ambiente: celebramos, ao mesmo tempo, o dia mundial sem carro e o dia do Rio Tietê.

A deterioração de nossos rios não é uma novidade: vem se agravando com o passar dos anos por diversos motivos, entre eles: o rápido processo de urbanização de nossas cidades, a industrialização, o uso agrícola com tecnologias e controles arcaicos, a falta de saneamento adequado em muitos municípios, as denominadas cargas difusas e as mudanças climáticas.

Especificamente falando do Rio Tietê, o “rio dos paulistas” não foge à esta regra. Nasce nas proximidades da Região Metropolitana, onde passa, portanto, com vazão incapaz de absorver os impactos gerados por quase 20 milhões de habitantes e diversas outras atividades.

Boas iniciativas encontram-se em curso como, por exemplo, o Projeto Tietê, originado em 1992 pela pressão organizada da sociedade. Devemos, no entanto, perseverar e lembrar de que o processo de despoluição de um corpo d´água leva décadas.

Assim, os municípios que integram a Grande São Paulo, além daqueles por onde passam os afluentes do nosso mais importante rio e Governo do Estado devem equacionar o mais rapidamente possível seus déficits de coleta e tratamento de esgotos e ainda melhorar a manutenção e limpeza destes mesmos rios e o sistema de coleta, transporte e destinação adequada do lixo. A população tem seu papel, não menos importante nesse contexto: dispor adequadamente seus resíduos sólidos e conectar seu imóvel à rede coletora de esgotos.

O Rio Tietê já apresenta melhoras quando o observamos no interior do Estado e o sonho de vê-lo muito melhor em toda a sua extensão é perfeitamente possível.

Já o dia mundial sem carro que começou a ser celebrado na França, já comemora seu 14º ano. A ação pretende que o maior número de pessoas possível deixe os automóveis em casa. Os efeitos se refletem na diminuição do trânsito e na melhoria do meio ambiente.

A adesão, infelizmente, ainda é baixa, até porque nosso transporte coletivo é caótico e as ciclovias apenas agora começam a ser implantadas.

Uma das funções da ABES é, além de fomentar tais discussões, organizar suas conclusões e recomendações e encaminhá-las, juntamente com outras entidades, aos órgãos competentes e responsáveis pela formulação de políticas públicas, comunicação de massa e leis.

Participe conosco desta nobre causa: a melhoria das condições de vida de nossa população.

 
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