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Notícias
Seminário discute os desafios da universalização do Saneamento PDF Imprimir E-mail
Ter, 25 de Outubro de 2011 15:02

A universalização do Saneamento: desafios e metas para o setor, será tema do 1º Seminário de Saneamento Básico da FIESP, que acontecerá no dia 07 de novembro de 2011, das 8h30 às 17h30, no Teatro do SESI, localizado na Av. Paulista 1313.

O seminário tem como objetivo a abordagem dos principais temas da atualidade, além de fomentar discussões e promover debates que tragam soluções para o setor.

Com os temas: “Política Nacional de Saneamento Básico e o PLANSAB”, com Edson Giriboni, secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Leodegar da Cunha Tiscoski, secretário nacional de Saneamento do Ministério das Cidades, e Carlos Alberto Rosito, vice presidente da ASFAMAS - Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais e Equipamentos para Saneamento; e “Regulação do setor de Saneamento Básico e Modelagem Tarifária” com a participação de Hugo de Oliveira, diretor de Regulação Econômico Financeiro e de Mercado da ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, Cassilda Teixeira, presidente da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Roland Saldanha, sócio fundador da Actio Mercatoria Consultoria.

Na parte da tarde, o tema “Investimentos em Infraestrutura de saneamento básico: O Papel do setor privado” será tema do painel ministrado por Paulo Roberto de Oliveira, presidente da ABCON - Associação Brasileira das Concessionárias Privadas dos Serviços Públicos de Água e Esgoto, e por Rogério Tavares, superintendente nacional de Saneamento e Infraestrutura da Caixa Econômica Federal.

A programação se encerrará com o painel “Desafios e Metas do Abastecimento de água e Tratamento de esgotos no Estado de São Paulo” que contará com palestras de Paulo Massato, diretor metropolitano da Sabesp, e Silvio José Marques, presidente da ASSEMAE - Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento.

O Seminário é uma realização da FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, e conta com apoio da Sabesp, da ABCON - Associação Brasileira das Concessionárias Privadas dos Serviços Públicos de Água e Esgoto, da ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, da AESBE - Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais, da ASSEMAE - Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento, da ASFAMAS - Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento e do Instituto de Engenharia.

Mais informações sobre inscrição e programação podem ser obtidas pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , pelo endereço eletrônico: http://www.fiesp.com.br/eventos/evento.aspx?evt=936 ou pelo telefone (11) 3549-4849.

 
FGV-EAESP promoveu evento da Plataforma Empresas pelo Clima PDF Imprimir E-mail
Seg, 24 de Outubro de 2011 16:36

O GVces - Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV-EAESP - Fundação Getulio Vargas, promoveu o evento anual da Plataforma Empresas pelo Clima (EPC), criada com o objetivo de mobilizar, sensibilizar e articular lideranças empresariais para a gestão e redução de emissões de GEE, rumo ao baixo carbono. O encontro, gratuito e aberto ao público, aconteceu no dia 20 de outubro de 2011, no Teatro Vivo, em São Paulo, SP. A EPC reuniu representantes dos setores privado, público e sociedade civil organizada para discutir o contexto, cenários e tendências em relação às questões climáticas. Na ocasião, também será lançado o estudo Propostas Empresariais de Políticas Públicas para uma Economia de Baixo Carbono no Brasil - Processos Industriais e Resíduos, elaborado no âmbito da Plataforma EPC, continuação do estudo lançado em 2010, cujo foco eram os setores de energia, transporte e agronegócio. Para o coordenador do GVCes, Mário Monzoni, este programa é uma iniciativa importante, já que o setor produtivo deve se preparar para acompanhar as mudanças tecnológicas e de gestão necessárias para superar desafios ligados a mudança do clima. O acesso a recursos financeiros deve ficar condicionado a novos parâmetros orientados pelas questões climáticas, o que afetará vários setores da economia. "A transição para a economia de baixo carbono pode ? e deve ? ser vista não só como um desafio, mas como uma grande oportunidade para o Brasil e suas empresas. A não adequação significa perder espaço neste cenário", define Monzoni. A Plataforma Empresas pelo Clima foi lançada em outubro de 2009 em parceria com a rede The Prince of Wales Corporate Leaders Network For Climate Action (CLN). A EPC contou com 27 empresas no ano de sua fundação e hoje já reúne 39 membros dos mais diversos setores. A partir das atividades da EPC, o empresariado brasileiro tem a possibilidade de avaliar seus riscos e oportunidades, discutir coletivamente soluções práticas e contribuições ao marco legal sobre mudanças climáticas no Brasil. Esse esforço tem por objetivo contribuir para: - Fortalecer a competitividade da indústria nacional em um novo contexto econômico global - Garantir o acesso dos produtos brasileiros aos mercados internacionais, cada vez mais exigentes em padrões socioambientais - Construir um mercado interno propício ao desenvolvimento tecnológico, à inovação e a práticas empresariais com menor potencial emissor de GEE - Promover a segurança energética brasileira Mais informações pelo site www.fgv.br/ces/epc ou e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 
Energias renováveis podem adicionar 50 GW na América Latina até 2020 PDF Imprimir E-mail
Ter, 18 de Outubro de 2011 11:18

Pesquisa encomendada pela ICA - International Copper Association conclui que a capacidade instalada adicional de novos projetos de energia renovável pode atingir valores entre 30 e 50 GW em 2020 em países da América Latina de acordo com as expectativas oficiais dos próprios países investigados. No entanto, apesar de existirem várias iniciativas legais e regulatórias nesses países, ainda é necessária a implantação de incentivos financeiros para que esses valores virem realidade. 

"Iniciamos a distribuição do estudo para produtores e processadores de cobre em todo o mundo para que as tendências do mercado sejam conhecidas. Também pretendemos elaborar uma política para desenvolvimento de ações junto ao governo, fabricantes e empresas de engenharia com o objetivo de aproveitar essa oportunidade. O estudo também relata as práticas atualmente em vigor nos países latino-americanos e pode servir de guia para a troca de experiências", diz Glycon Garcia Jr, líder do Programa de Energia Elétrica Sustentável para a América Latina da ICA.

Segundo o estudo, que considerou os planos oficiais, a energia eólica é a tecnologia mais promissora, exceto para o Brasil, onde a biomassa continuará a dominar o mercado, muito embora o crescimento da energia eólica seja o mais vertiginoso juntamente com a Argentina se comparado com o dos outros países. O estudo contempla ainda as fontes solar, de pequenos aproveitamentos hidráulicos (PCHs), geotérmica e dos oceanos. Os países analisados foram os da América Central, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela.

 

O preço do petróleo, o declínio dos custos da tecnologia, preocupações ambientais (mudanças climáticas e poluição local) e de segurança no suprimento são alguns dos principais motivos para o crescimento de projetos de energia renovável na América Latina. 


Em 2009, ano-base do estudo, as fontes alternativas de energia renovável, excluindo-se as grandes centrais hidrelétricas, respondiam por 2,5% (Chile e México) a 5% (Brasil e Peru) da capacidade instalada. Entre os países estudados, o Brasil respondia por mais de 70% da capacidade instalada das fontes renováveis utilizadas para geração de eletricidade, seguido do México (9%) e da Argentina (7%). Cerca de 50% da capacidade total de energia renovável instalada na América Latina era fornecida a partir de biomassa, principalmente por seu predomínio no Brasil e na Argentina. As pequenas hidroelétricas (PCH) somavam 37% e a energia eólica outros 13%. Sistemas fotovoltaicos ainda constituíam uma quantidade insignificante, mas com perspectivas interessantes para os próximos 5-10 anos, principalmente no Brasil.
 


A produção de eletricidade a partir de biomassa é particularmente representativa no Brasil (5,4 GW), na Argentina (0,72 GW) e na Colômbia (0,18 GW). Atualmente, a maior parte da capacidade instalada de sistemas de energia eólica está localizada no Brasil (1,4 GW), seguida pelo México (0,85 GW) e pela Argentina (0,30 GW). Durante 2008-2009 os países com maiores taxas de crescimento foram o Brasil (78%), México (138%) e Chile (740%).
 


O estudo demonstrou que os seguintes pares representam, em ordem de importância, os mercados mais promissores para a indústria do cobre para o horizonte de 2020:
 

1. Considerando as projeções oficiais mais conservadoras para o mercado:
Brasil-energia eólica

Brasil-biomassa

Brasil-pequenas centrais hidroelétricas

Argentina-energia eólica

México-energia eólica

Chile-energia eólica

2. Considerando as projeções mais ambiciosas para o mercado:
Brasil-energia eólica

Argentina-energia eólica

Brasil-biomassa

Brasil-pequenas centrais hidroelétricas

Chile-energia eólica

México-energia eólica e Argentina-fotovoltaica


O estudo "Energias renováveis para geração de eletricidade na
América Latina: mercado, tecnologias e perspectivas" foi realizado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pela International Energy Initiative (IEI-América Latina) e Energía, Tecnología y Educación (ENTE ? México).

Para ter acesso ao estudo completo clique aqui


 
ABES-SP participa de encontros da Série Diálogos Urbanos PDF Imprimir E-mail
Sex, 07 de Outubro de 2011 10:10

No dia 1 de setembro de 2011 foi realizado o primeiro encontro da série Diálogos Urbanos. A iniciativa visa se consolidar como um espaço de diálogo entre as organizações e lideranças atuantes na área, se tornando um espaço de articulação de opiniões com o objetivo de solucionar questões urbanísticas da cidade de São Paulo integrando esforços entre as entidades participantes.

“É sempre um dia bom quando pessoas de bem se encontram para discutir a melhoria da cidade”, com essas palavras o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogério Amato, iniciou o primeiro workshop da série.

O presidente destacou o foco na necessidade de organização da sociedade para a solução de seus problemas. “Eu não acredito em salvadores da pátria, ou uma organização para salvar a todos. Existe hoje o incêndio lento e silencioso da violência da corrupção, da marginalização e é só a mobilização da sociedade que pode apagar esse incêndio”, ressalta.

O objetivo do primeiro encontro foi identificar os temas primordiais para o desenvolvimento sustentável do município de São Paulo com foco em melhorar a qualidade de vida de seus habitantes.

Reynaldo Young Ribeiro, representante da ABES-SP nos encontros, destaca a importância da iniciativa. “A participação de representantes de vários segmentos da sociedade paulistana, não só de entidades representativas do poder público municipal e estadual, bem como, do comércio, da indústria, das universidades e da sociedade civil urbana como um todo”, coloca

A participação nos diálogos gera possibilidade dos participantes: realizarem a análise de temas propostos; definirem linhas de atuação estratégica; e criarem grupos de trabalho.

De acordo com a proposta de trabalho, para que haja o desenvolvimento sustentável é necessário articulação, parcerias, discussão conjunta, ampliação das perspectivas e atuação em rede, de maneira a considerar os desafios, bem como as possibilidades que a cidade oferece.

Para Ribeiro, a proposta de trabalho do grupo vai de encontro com os propósitos da Associação. “A ABES, como uma entidade representativa do setor de saneamento e meio ambiente do Estado de S. Paulo, procura cumprir sua missão institucional se envolvendo nas discussões de problemas relacionados ao meio ambiente urbano, sempre com foco na melhoria da qualidade de vida da presente e das futuras gerações”, salienta.

Dentre as entidades empresariais que participam do grupo estão: ABECIP – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança; ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental; ACSP – Associação Comercial de São Paulo; ANJ – Associação Nacional de Jornais; ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos; APEOP – Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas; ASBEA – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura; entre outros.

 
Terceiro Encontro Técnico Latino-Americano de Alto Nível sobre Gestão de Resíduos Sólidos PDF Imprimir E-mail
Sex, 30 de Setembro de 2011 16:06

“Se continuarmos com o mesmo padrão de consumo, em 2050 precisaremos de dois planetas”, alertou Lucio Di Domenico, diretor técnico da Descarte Certo do Grupo Ambipar que ministrou a palestra sobre “Logística Reversa e Manufatura de Eletroeletrônicos” durante o Terceiro Encontro Técnico Latino-Americano de Alto Nível sobre Gestão de Resíduos Sólidos, realizado nos dias 22 e 23 de setembro de 2011, na sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, em São Paulo, SP. O evento trouxe aos participantes as últimas tendências na gestão dos resíduos na América Latina e no Caribe.

Durante o encontro foram debatidos vários aspectos sobre a gestão de resíduos sólidos. Entre eles: as políticas do Brasil e do Estado de São Paulo para a gestão dos resíduos sólidos; a forma de implantação da “logística reversa” no Estado de São Paulo segundo o protocolo de intenções firmado entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo e a Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; os resultados do projeto “Avaliação Regional de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos Urbanos na América Latina e Caribe – 2010”; apresentação de soluções e caminhos para a adequação de responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos pós-consumo; apresentação da sistemática prevista para a implantação de UREs – Unidade de Recuperação Energética de resíduos sólidos urbanos. 

O encontro mostrou que, apesar da questão da gestão de resíduos sólidos no Brasil ter sido regulamentada há menos de um ano, muitas ações estão sendo realizadas pelas organizações, bem como a sociedade também vem adquirindo uma posição mais ecologicamente correta.

De acordo com Di Domenico, o Brasil tem uma população que se dispõe a pagar até 8% a mais por um produto ecologicamente correto. “Isso prova que o país tem a oportunidade de ser um país protagonista da revolução ambiental”, observou.

Elthon Gloeden, do Departamento de Áreas Contaminadas da Cetesb – Companhia Ambiental de São Paulo, expôs sobre a temática: “Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo”. Ele explicou que o gerenciamento é um conjunto de medidas para conhecer as áreas contaminadas que possibilitam minimizar danos e riscos dos bens a proteger.  As etapas do gerenciamento são: identificar áreas com o potencial de contaminação; avaliação preliminar; investigação detalhada; avaliação do risco; plano de intervenção do processo de remediação. “Houve evolução no contexto de áreas contaminadas e, hoje, temos ferramentas melhores para gerenciar esse assunto”, explicou.

Anualmente, a Cetesb publica uma lista com áreas contaminadas e entre as áreas detectadas recentemente está a do Shopping Center Norte, que, por ter sido construído em cima de um antigo lixão, tem a presença forte de gás metano.

Clélia Marcondes Smith, diretora executiva da Ecóleo, ministrou palestra sobre a “Logística Reversa do Óleo Comestível” e expôs a importância da destinação correta do óleo usado.

Segundo ela, caso não ocorra a destinação correta o resíduo pode causar: entupimento dos canos; impermeabilização das caixas de passagem e fossas sépticas; contaminação de rios e lagos impedindo a oxigenação – que pode causar o fim de algumas espécies de peixes e plantas aquáticas. “Com o processo de reciclagem, há geração de renda em todas as fases da coleta”, ressaltou Clélia.

O moderador das palestras da parte da manhã, Alfredo Rocca, da Cetesb, alertou sobre o momento que o mundo está vivendo. “Estamos em um momento que precisamos poupar recursos naturais. Hoje não dá mais para falar em resíduos sem integrar todos os atores da cadeia”, observa.

Dando início às palestras na parte da tarde, Marcelo Morgado, assessor de Meio Ambiente da Sabesp, e Genivaldo Inacio, encarregado de Operação da Estação de Tratamento de Esgoto ABC da Sabesp, ministraram a palestra “Caracterização do lixo que chega às ETEs via rede de esgotos”.

De acordo com Inacio, o que precisa mudar é a conscientização da população. “Muitos dos resíduos que chegam às ETEs demonstram que ainda falta conscientização ambiental de algumas pessoas”, salienta.

Elcires Pimenta, coordenador de Projetos da Fesp-SP – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, abordou em sua palestra o tema “Implantação de modelos de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos visando a recuperação energética”.

De acordo com ele, cada modelo de gerenciamento tem a sua especificidade e a discussão de reaproveitamento energético se coloca em vários conceitos. “Até encontrar-se um local adequado, o resíduo sólido ‘passeia’ por São Paulo para ser disposto e isso, certamente, não é barato, uma vez que os custos de transporte e disposição final de resíduos sólidos em aterros sanitários estão cada vez mais caros”, atentou.

Além disso, Pimenta apresentou algumas alternativas para fazer com que haja recuperação energética no processo de gerenciamento de resíduos. Entre elas existe a disposição em aterros com recuperação de biogás, na qual é feito o tratamento biológico, mecânico e térmico.

Suani Teixeira Coelho, secretária executiva do Centro Nacional de Referência em Biomassa CENBIO/ IEE / USP, falou sobre a temática “Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos”.

De acordo com ela, os aterros com tecnologia biogás são uma boa opção para aliar eficiência energética à problemática dos resíduos sólidos, no entanto há algumas dificuldades para a produção de mais unidades de aterros com tecnologia do biogás. Entre elas, Suani discorreu sobre a dificuldade de encontrar novas áreas adequadas para a construção, principalmente em São Paulo; rejeição da sociedade – pois ninguém quer ter um aterro perto de casa; e a vida útil do aterro que é de, aproximadamente, 20 anos.

Conforme Suani, o cenário atual é que mesmo pagando tarifas, há dificuldades para licenciar os aterros. “As possíveis soluções para tratamento de resíduos são a compostagem para resíduos orgânicos, digestão anaeróbica e incineração” contou. “Não há uma solução única para tratamento de resíduos. Precisamos de mais políticas públicas e tecnologias eficientes para que sejam possíveis encontrarmos, cada vez mais, soluções para o problema de resíduos sólidos”, finalizou.

Ainda participaram do evento os palestrantes: Maurício Izidoro, da Sabesp; Gabriela Nenna Ferraresi, da Cetesb; Marcos Alejandro Badra, do Grupo Ambipar; Rubens Rizek, da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo; Otávio Okano, da Cetesb; Rafael Dautant, da Aidis; Antonis Mavropaulus, da ISWA; Pilar Tello, da Aidis; Gilmar Altamirano, da Uniágua; representantes da Opas – Organização Pan-Americana de Saúde; BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento; Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; Felsberg & Associados.

 

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Discussões preparatórias para Conferência Rio+20 encerram ciclo de painéis no Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Setembro de 2011 12:02

“O derretimento das geleiras no Ártico e na Groenlândia, o aumento da intensidade dos furacões, a entrada do Brasil na rota de ciclones, a subida do nível do mar e o aumento do número de mortes em todo o Mundo evidenciam que o planeta está em colapso e precisamos agir rápido”. O alerta é do ex-presidente da Abes, Luiz Otávio Mota Pereiro, um dos participantes do painel “Da Eco 92 à Rio+20”, que encerrou o ciclo de palestras do Congresso da Abes, na FIERGS. 

Segundo Luiz, as alterações climáticas devem centralizar os debates da Conferência Rio+20, marcada para junho de 2012 no Rio de Janeiro, e podem influenciar decisões sobre assuntos polêmicos no Brasil, como a usina de Belo Monte. “Depois da Agenda 21, compromisso assinado pelos 177 países da Eco 92, a sustentabilidade ganhou corpo e muitos governantes pensam duas vezes antes de fazer grandes empreendimentos”, ressaltou o engenheiro, que foi presidente da ABES entre 1990 e 1992.

A excelência na gestão do saneamento para a universalização foi apontada como uma das grandes soluções para frear o processo predatório das sociedades humanas sobre o meio ambiente. “Para alcançarmos esta excelência, temos que eliminar alguns inimigos como a burocracia, as complicações jurídicas e os projetos mal feitos que hoje travam grandes obras de saneamento no Brasil”, acrescentou a atual presidente da Abes, Cassilda Teixeira, que coordenou o painel.

Lineu Alonso, presidente da Abes entre 1988-1990, lamentou que a questão do saneamento ainda não seja uma prioridade no Brasil. “No meu mandato, o celular ainda nem existia aqui. Hoje o País totaliza 250 milhões de aparelhos. Porque conseguimos evoluir tanto em algumas áreas e em outras patinamos? Em parte é porque a população desconhece o assunto saneamento”, refletiu. 

Estudos mostram que para cada R$1 milhão investidos em saneamento, surgem 30 empregos diretos e 20 indiretos. Se o Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico for implementado, os R$420 bilhões previstos até 2030 podem gerar 500 mil novos empregos por ano.

Também estiveram presentes no painel os ex-presidentes da Abes Walter Pinto Costa (1984-1986), Nelson Luiz Nucci (1986-1988) e José Aurélio Boranga (2004-2008). Os painelistas relataram as dificuldades que enfrentaram durante suas gestões para colocar o desenvolvimento sustentável em pauta. 

Semana da Água

Durante o painel “Da Eco 92 à Rio+20”, a ABES-RS lançou a 18ª Semana Interamericana da Água e 11ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, promovida em parceria com diversas entidades governamentais e não governamentais, será lançada oficialmente pela presidente da Abes. A apresentação foi feita pela presidente da seção gaúcha da Abes, Nanci Begnini Giugno. 

A Semana da Água ocorre de 1º a 8 de outubro de 2011, em todo o Rio Grande do Sul, com ampla participação da comunidade, especialmente crianças em idade escolar. A coordenação da Semana da Água utiliza diversos meios para se comunicar com a população e mostrar que é imprescindível para a própria sobrevivência conservar e proteger os mananciais de água, as nascentes, os arroios, rios, lagoas e banhados.  

 
Maior feira de Saneamento da América Latina supera as expectativas em Porto Alegre PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Setembro de 2011 11:52

Após quatro dias de intensa movimentação no Centro de Eventos da Fiergs, a maior feira de saneamento ambiental da América Latina, a Fitabes 2011, se despede da capital gaúcha celebrando o sucesso da edição.

Os visitantes conheceram novas tecnologias de ponta, além de produtos inovadores e serviços de extrema qualidade. “Todas as expectativas que tínhamos foram superadas. Redes de relacionamento foram reforçadas e ampliadas, negócios foram gerados e o público que compareceu era formado por profissionais qualificados, muito interessados em conhecer as novidades do mercado e dispostos a melhorar o setor”, avalia a gerente de negócios da Fagga | GL exhibitions, empresa que promove e organiza o evento, Claudia Leon.

Para retribuir a relação de confiança, a Fagga promoveu a escolha do estande destaque, através de voto popular. Este ano, a premiação foi entregue para a empresa Sanepar, que projetou – de forma criativa e sustentável – todo o seu espaço com galões de água mineral.
Os resultados alcançados com a Fitabes 2011 são todos positivos, e já projetam um cenário promissor para a próxima edição, que acontecerá na cidade de Goiânia, entre os dias 15 e 18 de setembro de 2013. “O interesse de nossos clientes nacionais e internacionais cresce a cada biênio. Este ano tivemos expositores da Alemanha, Itália, Cingapura, Estados Unidos, Polônia, Espanha e Portugal, o que é o reflexo do excelente momento vivido pelo setor, que a cada dia recebe a atenção merecida pelos governos e entidades privadas”, destaca Leon.

A feira acompanha o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que já está em sua 26ª edição, no qual autoridades como o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, debateram com renomados profissionais novas técnicas do setor em palestras, painéis e mesas-redondas, os mais variados temas do mercado.

 

 
Países da América Latina trocam experiências na área de saneamento rural durante Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 16:55
Representantes de empresas de saneamento do Chile, Peru, Paraguai e Brasil participaram nesta quarta-feira, 28 de setembro de 2011 de um debate sobre as alternativas existentes para que o saneamento básico chegue ao meio rural de forma economicamente viável e ecologicamente sustentável. O painel “Saneamento Rural Sustentável: Uma Oportunidade para o Desenvolvimento Local” faz parte da programação do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que ocorre na FIERGS, em Porto Alegre.
  
O diretor regional do Programa de Água e Saneamento para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Glenn Pearce-Oroz, expôs a importância da gestão integrada no processo de universalização no campo.  “Implementar um modelo de gestão que integre saneamento, educação, saúde e viabilidade econômica é um caminho seguro e plenamente possível para o desenvolvimento sustentável do meio rural”, salienta.
 
Um dos exemplos apresentados mais elogiados pelos congressistas veio do Peru, onde governo e iniciativa privada, com apoio da Suíça, trabalharam na capacitação dos produtores rurais para a construção de cisternas, no fomento de escolas para o combate ao trabalho infantil e em cursos técnicos para as mulheres do campo. “Estamos alcançando grandes avanços, principalmente porque as crianças do campo estão aprendendo a usar os recursos de forma consciente e sustentável”, comemorou Cesarina Quintana, oficial nacional do Programa de Cooperação Suiça – COSUDE.
 
Também participaram do painel a coordenadora de Saneamento Rural da ABES, Mônica Bicalho Pinto Rodrigues, a diretora de Assuntos Sociais e Organização Comunitária do Serviço Nacional de Saneamento Ambiental do Paraguai (SENASA), Mirian Lorena Mancuello Medina; o superintendente da Unidade de Negócios Baixo Tietê e Grande da Sabesp, Antonio Rodrigues da Grela Filho; o gerente de Saneamento Rural da Companhia de Água e Esgoto do Ceará, Helder dos Santos Cortez; o chefe da Unidade de Gestão Comunitária do Ministério de Obras Públicas do Chile, Miguel Pantoja.
 
18ª Semana Interamericana da Água é lançada no Congresso da ABES PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Setembro de 2011 15:01
A campanha da 18ª Semana Interamericana da Água e a 11ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, promovida pela ABES-RS - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental em parceria com diversas entidades governamentais e não governamentais, será lançada oficialmente por Cassilda Teixeira de Carvalho, presidente da ABES, e pela presidente da seção gaúcha da Associação, Nanci Begnini Giugno, durante a realização do painel "Da Eco 92 à Rio+20", no 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontece das 14h às 16h desta quarta-feira, 28 de setembro, no Teatro do Sesi.
 
A Semana da Água ocorre de 1º a 8 de outubro de 2011, em todo o Rio Grande do Sul, com ampla participação da comunidade, especialmente crianças em idade escolar. A coordenação da Semana da Água -feita pela ABES-RS em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente -utiliza diversos meios para se comunicar com a população e mostrar que é imprescindível para a própria sobrevivência conservar e proteger os mananciais de água, as nascentes, os arroios, rios, lagoas e banhados.
 
Com o tema "De onde vem a água que usamos?", o evento visa refletir sobre o percurso da água e sobre o impacto que o uso inadequado desse recurso pode provocar ao longo do caminho.
 
Pela primeira vez este ano, o programa é organizado por bacias hidrográficas, regiões em que toda a água converge para um mesmo curso principal.  O Rio Grande do Sul tem 25 bacias hidrográficas, e cada uma tem um Comitê com representantes dos usuários da água, da população da bacia e também do Estado, que é o gestor e proprietário das águas.
 
O objetivo da Semana da Água é ajudar a alcançar as metas estabelecidas pela comunidade internacional, contidas na Agenda 21 e na Declaração do Milênio (até 2015, reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento básico no planeta).

As ações promovidas na Semana da Água visam: discutir e aprofundar questões relativas à água, em todos os níveis; impulsionar a execução de programas e projetos em defesa da água; e incentivar a cooperação entre as pessoas, para que cada um faça a sua parte em favor da sustentabilidade.

ÁGUA, QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA
  

Música, teatro, cinema, oficinas, visitas, passeios, rodeios, desfiles, rituais, exposições, painéis, cursos, palestras, conferências, seminários, recitais, concertos, trilhas, passeatas, mutirões e abraços aos mananciais: tudo isto está programado para mostrar que é imprescindível respeitar a natureza.
No Brasil, a Semana Interamericana da Água foi celebrada pela primeira vez em 1994, no Rio Grande do Sul. Foi inspirada no Dia Interamericano da Água, criado pela Opas (Organização Panamericana da Saúde) e pela Aidis (Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental) no XIII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental (em Cuba, 1992).
Após a primeira celebração do Dia Interamericano da Água, a ABES considerou que o período era muito curto, instituindo, então, a Semana da Água, que é promovida todos os anos no início da primavera.No ano passado houve mais de 1.400 atos desenvolvidos nas cidades e na zona rural por instituições e empresas ligadas ao saneamento, escolas, centros de tradições, clubes de serviço, ongs, comitês de bacia e prefeituras, Brigada Militar e outras entidades interessadas na preservação do ambiente natural. Mais de um milhão de pessoas participaram da organização das atividades ou assistiram às apresentações.
 
ABES e ANA assinam convênio para troca de informações no gerenciamento de recursos hídricos PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 17:26

A ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental e a ANA – Agência Nacional de Águas firmaram um convênio, na manhã desta terça-feira (27/09), para troca de informações na área de gerenciamento dos recursos hídricos. O acordo foi firmado durante um painel sobre o tema, apresentado no Congresso da ABES, que acontece na FIERGS até quarta-feira (28/09), que apresentou propostas e soluções para a modernização nos planejamentos de uso de rios e bacias hidrográficas em território nacional.

O diretor da ABES-RS, Paulo Renato Paim, disse que um dos maiores desafios para melhoria da gestão de água no Brasil é a desburocratização de alguns processos e a união entre municípios. “Cada município tem uma forma de administrar os recursos hídricos, e isto é um equívoco, visto que muitas cidades fazem uso de uma mesma bacia hidrográfica. Ou seja, é preciso esquecer os limites municipais e ter um pensamento sistêmico quando falamos em gerenciamento de rios e bacias hidrográficas”, alertou.

Outra necessidade apontada durante o painel foi a de realizar o enquadramento e a correta classificação destes recursos para melhor planejamento do seu uso. Ao menos é o que defende o Dr. Carlos Tucci, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS. “o enquadramento dos recursos hídricos é uma forma de classificação que permite um melhor planejamento de metas e a conseqüente melhoria na qualidade dos usos da água”, avalia.

Também participaram do painel o presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo, o gerente de pesquisas da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Cleverson Andreoli, e o presidente do Comitê Taquari- Antas, Daniel Schmitz.

 
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